Vodafone Mexefest
2 e 3 de dezembro
Lisboa
2 e 3 de dezembro
Lisboa
04 de Dezembro às 17:51, por Matilde
Mais um dia de Mexefest... o segundo, último e o mais aguardado pelo público, como se verificou pela afluência de espetadores (as filas eram quase intermináveis), no encore de uma dança frenética entre salas e géneros musicais.
Começámos a noite, tal como a anterior, numa das salas mais bonitas do festival - o Restaurante Terraço Tivoli - com o delicioso Foxes in Fiction. Proveniente do Canadá e com um som sonhador e idílico (não fosse o projeto rotulado de dream pop) o público ali presente soube aproveitar aquilo que Warren Hildebrand teve para oferecer, doses de paisagens sonoras materializadas em canção.
Músicas como Snow Angels e Memory Pools, seguidas de covers de Coma Cinema, transformaram os espetadores do concerto em concentrados ouvintes de shoegaze.
De seguida, enquanto se bebericavam copos de cerveja aqui e ali pelo terraço, os Beat Connection, de Seattle, entram em palco. Com os seus ritmos contagiantes, chamam todas as pessoas que escolheram alegremente abandonar o frio para abraçar os sons da pop tropical.
Entretanto, com muita pena nossa, abandonamos a dupla para sermos recebidos pelo som etéreo da solidão de James Blake. Em vez da solidão, deparamo-nos com uma fila gigantesca de pessoas para entrar no Tivoli. Infelizmente, nem toda a gente conseguiu ver um dos concertos mais aguardados de festival. Talvez por ter isso tenha sido algo abaixo do esperado. Com um Tivoli totalmente cheio, assim começou o concerto, com grande interação entre o público e o britânico. Dialogando com alguma timidez ouviram-se temas como Limit To Your Love, The Wilhelm Scream e Unluck (música que abriu o concerto). Para quem viu Blake no verão, como nós, reconhece facilmente que este concerto foi melhor; contudo a transposição das melodias para o formato ao vivo perderam a profundidade que atingiam no álbum.
Após abandonarmos o Tivoli, rumamos ao Cabaret Maxime para a nossa última paragem/dança final neste Mexefest: o set de Lindstrøm. Não tão espacial como imaginávamos que fosse, a sua atuação foi pautada por um registo direto na medida em que o som se encontrava mais acelerado e impessoal em relação ao público. Ao abandonarmos a sala, vimos mais uma fila interminável, para entrar no Maxime… E assim nos despedimos, pelo terceiro ano, de duas noites de festival na Avenida. Uns melhores do que outros, mas sempre com um fator de diversão comum: correr com amigos para vermos as bandas de que gostamos em espaços tão bonitos.
ver todos »
03 de Dezembro às 16:40
Tendo já experiência com este festival, apesar da mudança de nome (até aqui conhecido como Super Bock em Stock), »
02 de Dezembro às 20:23
A pedido de muitas famílias aqui ficam as minhas recomendações para o Mexefest, prometo que vai ser sempre a mexer. »
30 de Novembro às 17:58
Daqui uma equipa de atletas de alta competição que vai andar a subir e a descer a Avenida da Liberdade na Sexta-feira »