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    <title>Notícias SAPO On The Hop</title>
    <link>http://onthehop.sapo.pt</link>
    <description>Notícias</description>
    <language>pt-PT</language>
    <pubDate>Tue, 18 Jun 2013 07:19:32 +0100</pubDate>
    <lastBuildDate>Tue, 18 Jun 2013 07:19:32 +0100</lastBuildDate>
    <copyright>@2013 SAPO On The Hop</copyright>
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      <title><![CDATA[Tony Allen]]></title>
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      <description><![CDATA[<h3>Autor: marianastoffel</h3>
<h4>Tony Allen</h4>
<a href="http://fotos.sapo.pt/marianastoffel/albuns/?aid=11">
  <img src="http://fotos.sapo.pt/marianastoffel/capa-de-album/11" border="0" />
</a>      
<p>Castelo de S.Jorge</p><p>Visite a <a href="http://fotos.sapo.pt/marianastoffel/fotos">galeria de marianastoffel</a></p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 16 Jun 2013 21:31:11 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Albuns]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[O "padrinho" do Afrobeat no Castelo de S.Jorge]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong>Na passada noite de sábado, por um preço bastante acessível para uma lenda de seu tamanho, no contexto das Festas de Lisboa’13, contemplar o famoso Tony Allen, no castelo de S.Jorge.</strong></p>
<p><img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf21311bd/15118955_trokp.jpeg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p> A vista é bonita e a brisa fresca que passeava pela noite desapareceu assim que a música deu início à vontade de dançar.</p>
<p> </p>
<p>     Com o acompanhamento de um guitarrista imponente tocando na tranquilidade do seu espirito; um baixista com uma belíssima voz, que mostrou num soar de acordes no baixo, enquanto cantava uma melodia serena, cortada por uma passagem para um groove de quebrar o gelo; um teclista enérgico que se movia com o decorrer do som; os sopros de um saxofone tenor que dançava pela oitavas que o instrumento tem e as que não tem, acompanhando em respiração contínua o trompetista, que tal como o seu companheiro variava entre os sopros e a percussão, através dumas clavas, e outras batidas, como umas simples palmas e ritmos corporais, mostraram ser a equipa ideal para a lenda da bateria, exibindo a técnica nos solos que rodaram vez por todos os membros em palco.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://fotos.sapo.pt/marianastoffel/fotos/?uid=GFqIDvsvjrttDnUuUWsn"><img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4c133557/15118980_Cl6bg.jpeg" alt="" width="500" height="365" /></a></p>
<p> </p>
<p>   Ao fim dos primeiros sons, elogiando e agradecendo ao público, que não era abastado como nos grandes festivais, mas que preenchia todo o espaço livre e se manifestava como se tivesse o dobro das suas forças, Tony disse algo como<strong> <em>I have to thank you everytime, because if i don’t, I’ll give you an advance</em></strong>, seguido por uma ovação ainda mais calorosa do que a que o tinha feito dizer tais palavras.</p>
<p> </p>
<p>  Em ritmos que harmonizam entre a simplicidade, mostrando a evolução desde a primeira batida, talvez originária no coração, até às passagens mais complexas onde a alma e corpo o levaram (e ainda levam). Como se nos estivesse a mostrar a história do seu crescimento musical, convidou a audiência a participar por inteiro naquela viagem, com a dança contagiante até às palmas que por duas vezes chamaram de novo o músico ao palco. </p>
<p> </p>
<p> <a href="http://fotos.sapo.pt/marianastoffel/fotos/?uid=DfJ8yp0faHteTT3jhW6g"><img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7914b3b7/15119000_7ZMSr.jpeg" alt="" width="500" height="396" /></a></p>
<p> </p>
<p>  No primeiro encore, Tony regressa com as palavras <em><strong>Because you are nice people, we play another one</strong></em>, mas o primeiro encore já é costume. O segundo é que não foi teatro, a manifestação tão quente do público nem deixou a lenda sair do palco, sentando-se de novo na bateria agradecendo mais uma vez, pronto para mais um som.</p>
<p> </p>
<p>  Mesmo após o agradecimento final as manifestações continuavam igualmente fortes, o que levou Tony Allen, um dos fundadores do Afrobeat juntamente com Fela Kuti (nomeador e “pai” do estilo) nos anos 70, a cumprimentar com um aperto de mão os fãs da fila da frente com um grande sorriso na cara. Dando assim por terminado o concerto, que saciou tanto o público como os próprios músicos.</p>
<p> </p>
<p>    Tony Oladipo Allen, um dos mais dotados bateristas na história da música, mostrou-nos, a caminho dos 73 anos de idade, que não há velhice no ramo musical, quando se conquista é para a eternidade.</p>
<p> </p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 16 Jun 2013 20:47:15 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[Kika: Um final de tarde fofinho]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong><span>De “<em>perninhas à chinês</em>”, os mais pequenos (que eram mais que as mães) ocupavam a primeira fila. Logo atrás as “<em>mamãs</em>” e os “<em>papás</em>”. A ansiedade era grande. Queriam ver Kika. </span></strong></p>
<div><img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Nfd147b59/15116672_l4ruD.jpeg" alt="" width="580" height="334" /></div>
<p><span><em><strong>“Obrigada a todos por terem vindo. Espero que gostem”</strong></em>. Foi assim que, poucos minutos depois do previsto,<strong> Kika</strong> subiu ao palco da <em>TMN Bluestation</em> da Boavista. A jogar em casa, a jovem de 16 anos abriu o concerto à guitarra, com “<em>Circles</em>”. Seguiu-se o segundo single do primeiro álbum, “<em>Alive</em>”. O público ainda estava tímido, mas lá ia acompanhado com palmas ao ritmo da música.</span><br /><span>Nas costas do palco, a grande rotunda da Boavista. Entre as árvores o pôr-de-sol começava a avistar-se. O ambiente convidava a ficar e foi o que Kika fez, ao cantar <em>“Stay”</em>, de <strong>Rihanna</strong>.</span><br />Entre sorrisos e <em>piscares</em> de olho, a jovem descoberta por <strong>RedOne</strong> foi vagueando pelas principais músicas do seu primeiro álbum, “<em>Alive</em>”. Sempre com um sorriso, <strong>Kika</strong> deixava transparecer um pequeno nervosismo, que era suprimido com trocas de olhares com os pais, que estavam mesmo ao lado do palco.<br /><span>No alinhamento mais dois <em>covers.</em> Um deles foi “<em>Brokenhearted</em>”. Com a sua voz melodiosa, <strong>Kika</strong> com sua guitarra aqueceu os corações dos presentes e ouvi-se a primeira grande ovação dos poucos mais de 50 fãs da cantora presentes, que ganharam bilhete através do <em>music box</em>. </span><br /><span><strong>O ditado diz que o que é bom acaba depressa e que mais vale pouco e bom do que muito e mau</strong>. E assim foi. A fechar ouvimos o single que teve milhares de <em>downloads</em> e que ocupou o número um dos principais tops nacionais, “<em>Guess It’s Alright</em>”, que fez o público cantar e dançar ao som da <em>pop fofinha</em> que tão bem combina com a voz cheia de força e com a simpatia da jovem revelação. </span><br /><span>No final do concerto, <strong>Kika</strong> distribuiu autógrafos e tirou fotografias com a meia centena de pessoas que foram até à Boavista aproveitar o final de tarde. Enfim, tudo ‘<em>Alright’</em>.</span></p>
<p><object width="600" height="387" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="deniiseribeiro" /><param name="a" value="5" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=deniiseribeiro&a=5&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="slidemode" value="AlphaFade" /><param name="backcolor" value="#000000" /><param name="textcolor" value="#FFFFFF" /><param name="uicolor" value="#000000" /><param name="timeperphoto" value="5000" /><param name="borderwidth" value="0" /><embed style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="600" height="387" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="deniiseribeiro" a="5" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=deniiseribeiro&a=5&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" /></object><em><strong>Texto@Tiago Presley</strong></em></p>
<p><em><strong>Fotos@Denise Ribeiro</strong></em></p>]]></description>
      <pubDate>Sat, 15 Jun 2013 22:22:28 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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      <title><![CDATA[Imagine Dragons: «Não esperávamos todo este sucesso»]]></title>
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      <description><![CDATA[Aterraram em Lisboa de sorrisos na bagagem e revelaram-se extasiados com o sucesso que já alcançaram em terras lusas. Ainda ressacados, chegaram ao Coliseu dos Recreios por volta da hora de almoço e ainda tiveram tempo de falar connosco. Num ambiente bem disposto e descontraído até tentaram falar "portinglês". Mal sabiam que iriam acabar o concerto a prometer voltar: SEMPRE.]]></description>
      <pubDate>Wed, 12 Jun 2013 20:29:29 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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      <title><![CDATA[Imagine Dragons]]></title>
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      <description><![CDATA[<h3>Autor: anaritasantos</h3>
<h4>Imagine Dragons</h4>
<a href="http://fotos.sapo.pt/anaritasantos/albuns/?aid=12">
  <img src="http://fotos.sapo.pt/anaritasantos/capa-de-album/12" border="0" />
</a>      
<p>Visite a <a href="http://fotos.sapo.pt/anaritasantos/fotos">galeria de anaritasantos</a></p>]]></description>
      <pubDate>Wed, 12 Jun 2013 15:51:15 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Albuns]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[Imagine Dragons: No topo do Mundo]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/imagine-dragons/imagine-dragons-no-topo-do-mundo</link>
      <description><![CDATA[<hr />
<p><strong><span>Aterraram em Lisboa de sorrisos na bagagem e uma sincera surpresa com a receção calorosa do público português – responsável pelos quatro singles que passam nas estações de rádio. Os norte-americanos aproveitaram para uma saída, na noite anterior à do concerto, e, ainda ressacados, chegaram ao Coliseu dos Recreios por volta da hora de almoço.</span><br /></strong><span>Depois de esgotarem os bilhetes e de verem o concerto passar do TMN ao vivo para a o Coliseu dos Recreios, os Imagine Dragons tinham consciência de quão altas estavam as expectativas. E admitiram, impressionados, que tocar para tanta gente, na primeira passagem pelo país, era verdadeiramente arrebatador.</span></p>
<p><img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o7e145707/15104035_gsELZ.jpeg" alt="" width="650" height="400" /></p>
<p><span>Mas antes da atuação dos norte-americanos de Las Vegas, os Cavaliers of Fun tomaram conta do palco. E apenas do palco. Pondo de parte algumas das interações do simpático vocalista com o público (sedento), a primeira parte do ansiado concerto foi sofrível. Com um repertório à base de várias remisturas e um som demasiado experimental para o indie rock dos “Dragões”, os “Cavaleiros” não deslumbraram. Depois de uma reinterpretação de “Time (Better Not Stop)”, dos We Trust, de longe a mais acompanhada pelo público, Ricardo Coelho anunciou a última música da banda. O Coliseu estremeceu com os gritos e desfez-se em sorrisos. «Era suposto dizerem 'ooooooh!', comentou o vocalista perante a satisfação geral.</span><br /><span>Não podemos deixar de relembrar que há algo de encantador no Coliseu: uma espécie de magia palpável no ar. E se a casa lisboeta tem um rol de espetáculos extraordinários este estará, de certeza, no topo da lista.</span><br /><span>Dan, Ben, Wayne, Daniel e Ryan subiram ao palco, poucos minutos antes das 22h, depois das luzes cessarem. Burburinho, flashes e muita emoção na primeira atuação em solo português. Dançando desajeitadamente – e saltando muito! – foi Dan Reynolds o responsável pela primeira explosão de energia. Os cinco elementos da banda distribuíram-se pelos diferentes instrumentos de percussão – e pelas guitarras – e deram início a um concerto que se adivinha memorável logo pela introdução.</span><br /><span>Já sem casaco, Dan aproximou-se do tambor gigante – em muito semelhante a um odaiko – e deu início a “Round and Round” à qual se seguiu “Amsterdam”. “Tip Toe” ofereceu à plateia o primeiro sing along. Visivelmente incrédulo e emocionado, o vocalista levantou o suporte do microfone e ofereceu-o às vozes afinadas que provaram não estar lá só para ouvir os singles.</span><br /><span>“Nobody else could take me higher”, o verso oferecido ao público, era uma espécie de dedicatória.</span></p>
<p><img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o13146363/15104046_Zf0bv.jpeg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<p><span>Talvez o mais fascinante, numa banda como esta, seja a capacidade de todos os elementos mudarem de instrumento em poucos segundos e a energia atenciosa e quente que emanam: assemelham-se a uma banda de amigos a tocar para outros amigos numa espécie de garagem gigante. Daniel na bateria tomava conta dos backing vocals e, ainda que gritasse, era quase inaudível.</span><br /><span>Tudo escuro, de novo, num interlúdio que nos preparava para “Hear Me”, não sem antes ouvirmos um sentido “Obrigado” de Reynolds. Desfeito em sorrisos e acanhado, perante o barulho esmagador de um Coliseu esgotado, distribuía beijinhos e, quando uma bandeira de Portugal lhe caiu aos pés, as vozes que pareciam já forçadas gritaram ainda mais alto. O norte-americano apanhou-a, abriu-a, mostrou-a ao público, encaixou-a no suporte do microfone e elevou-o num gesto quase épico. «Vocês são espetaculares. Eu não sei o que dizer. Só que vocês são pessoas espetaculares». Com o êxtase estampado no rosto de cada um dos elementos do grupo, e um Coliseu como nunca havia testemunhado, a sétima faixa do álbum dividiu-se entre a alegria contagiante: tanto do público como da banda. No verso “Come With Me” (“vem comigo”), Dan Reynolds fez gestos ao público português, convidando-o a chegar mais perto.</span><br /><span>«Isto é apenas o início. Estamos apenas a começar a conhecermo-nos». E, entre os olhos brilhantes e as gargantas roucas, Dan mostrou que é um homem de pessoas: um mobilizador.</span></p>
<p><img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o7d13f55a/15104043_jTy1o.jpeg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>«Há uma altura para tudo. Hoje é a noite de nos esquecermos de tudo. Hoje é a noite para não pensarmos na escola, no trabalho, no dinheiro. De apenas existirmos… e estarmos vivos. Sairmos das nossas mentes. Obrigado por nos fazerem viajar. Hoje vocês são capazes de se esquecer de tudo o resto».</p>
<p>Com letras sobre o mundo atual, o sucesso, as dificuldades ou a escuridão, o quinteto provou que veio para ficar e que além de soar bem, também fala às pessoas. Foi na penumbra, com uma luz nas traseiras do palco, que se deram os primeiros acordes de “Radioactive”. Ao som do single que os catapultou numa alucinante – e meteórica - viagem até ao estrelato, o Coliseu entrou num clima de microrevolução. Gritava-se pela música, gritava-se por mais, gritava-se por todos os problemas que Reynolds tinha pedido para deixarmos à porta.<br />Entre tambores, os elementos foram rodando e mesmo Wayne e Ben chegaram ao maior dos instrumentos de percussão para ajudar a manter o ritmo do poderoso single – considerado pela Rolling Stone “o melhor do ano”. A loucura instalava-se, também em palco, com as picardias entre os membros. Provavam a cada segundo que nem tudo o que se ouve na rádio é assim tão superficial ou comercial.<br />Já com uma pulseira posta – oferta dos fãs -, o vocalista gesticulou guardando o público no coração. Mais beijos. Havia uma acesa empatia entre a banda e a plateia: a lembrar a relação do público luso com os britânicos Kaiser Chiefs. Ben pegou no violino, no início de novo interlúdio. Gritava-se “Portugal”.</p>
<p><span>O barulho, de novo ensurdecedor, fez Dan elevar a mão para o público gesticulando “I Love You”. Chegava o momento mais sério e dorido da noite. «A próxima música é dedicada a um grande amigo nosso que faleceu recentemente, Tyler», Dan viu-se obrigado a parar. Toda a plateia começou a gritar por “Tyler”. Vezes e vezes sem conta. Sentido, Dan esforçava-se por continuar. Ainda entre gritos pelo jovem de 17 anos, vítima de cancro, os cinco iniciaram “Thirty Lives”. Um a um, e sem pedido, dezenas de isqueiros se ergueram no ar numa sentida homenagem. Centenas de telemóveis se juntaram para formar um céu estrelado naquela agradável noite lisboeta. E, ao findar da dedicatória ao jovem Robinson, em vez de palmas ouviu-se novamente “Tyler”.</span></p>
<p><img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/oe314415c/15104943_DVrtf.jpeg" alt="" width="650" height="487" /></p>
<p><span>Novo interlúdio, desta feita para todos se recomporem e tempo ainda, para mais um dos elementos mostrar os seus dotes musicais. Iniciou-se “Bleeding Out” que se dividiu entre palmas ritmadas e saltos. «Obrigado, vocês são fantásticos». Um pouco de beatbox de Reynolds e o single "Demons" ouviu-se no afinado coro em que se tinha transformado a plateia. Surge de repente uma divertida reinterpretação do tema “Stand By Me” que, apósum tímido começo, conquistou o público que acedia ao convite de permanecer com a banda… para tudo o que estivesse por vir. A surpresa imprimida na face de Dan era irrefutável e sabia bem.</span><br /><span>À medida que começávamos a ouvir “Underdog”, meia dúzia de pessoas da crew ocuparam o palco e largaram balões gigantes – verdes, brancos e amarelos – sobre a plateia. E, mais uma vez, houve espaço para multitarefas. Reynolds dividia o seu tempo entre jogar voleibol com o público e continuar a cantar e até os seguranças soltavam um sorriso quando saíam do seu posto para fazer regressar os balões à plateia. Na pausa para respirar, e mais uma vez tentar interiorizar todo aquele amor do público português, a plateia começou a entoar “Seven Nation Army”, dos White Stripes, e Dan incentivou a que todos continuassem. “On Top Of The World” estava a chegar mas não sem antes o vocalista testar a audiência, cantando até à ponte em acústico. Sinal à banda para entrarem. A moldura humana arrebatadora gritava em uníssono todas as palavras do hit marcado pela boa disposição. Dan riu, distribuiu baquetas, deixou Portugal a cantar sozinho o refrão mais do que uma vez e rendeu-se. «A partir de hoje, esta é a música para Portugal. É a vossa música. Têm sido fantásticos. Não sei mesmo o que dizer, a não ser obrigado. Obrigado por estarem aqui. E nós estaremos de volta. Eu prometo que estaremos de volta. Todas as vezes que partirmos em digressão.»</span></p>
<p><img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o7014437c/15104049_ipF3Q.jpeg" alt="" width="423" height="640" /></p>
<p>Já quase ao cair do pano chegou-nos “It’s Time” e Reynolds contava já com três bandeiras de Portugal distribuídas entre o suporte do microfone, o tambor e as suas costas. «Obrigado». Correu entre o público e distribuiu beijos, cumprimentos, partilhou acenos e sorrisos.</p>
<p>E os cinco abandonaram o palco. O Coliseu entoava “On Top of The World” e entre “oh oh ohs” e bater de pés, quinteto retornou fazendo corações com as mãos. Agradecendo efusivamente com uma estranha e fantástica humildade. Foi, acompanhado pela “The Bridge of Khazad Dum”, de Howard Shore, usada em “O Senhor dos Anéis: A Irmandade do Anel” e mais recentemente no trailer do novo Super-Homem, que Dan retomou o seu lugar perto do microfone. Erguendo o braço e fingindo voar como o herói da banda desenhada. Olhava o público, comovido, e apostamos que sentia que devia ter feito um álbum maior: para agradecer tudo aquilo. Chegava ao fim uma noite fantástica que fechava com “Nothing Left To Say”. E, mal abandonaram o palco, ainda que sem vontade - nem do público nem da banda - as luzes acenderam-se e a música começou.</p>
<p><img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o10149d3b/15104048_3lh8R.jpeg" alt="" width="650" height="346" /></p>
<p><span>Soando muito melhor ao vivo do que em CD, afirmamos que os Imagine Dragons são uma banda a manter debaixo de olho. E que as grandes estrelas do indie e do rock deviam ter algumas lições de humildade com o quinteto. Entre nomes como Matt Belamy, que vive na sua própria galáxia; Brandon Flowers, que se esconde sob a sua timidez, mistério e vedetismo ou Jared Leto, que se sente tão alto que toca em Marte, é interessante ver vocalistas donos de uma entrega como aquela a que assistimos. Uma lição de humildade atroz que nos reforçou a certeza que continuaremos por perto quando eles atingirem o topo do mundo.</span><br /><br />Texto: Raquel Cordeiro<br />Fotografias: Ana Rita Santos </p>]]></description>
      <pubDate>Wed, 12 Jun 2013 14:29:06 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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    <item>
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      <title><![CDATA[Vox Pop Muse: Houve tremoços?]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/muse/vox-pop-muse-houve-tremocos</link>
      <description><![CDATA[<p><span>Não fomos às celebrações do dia de Portugal, mas os fãs de Muse bem que mereciam uma condecoração pela animação. Além de boa disposição, deram-nos amendoins, pipocas e tremoços.</span></p>
<div><object width="400" height="350" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/hcZz38mqSyBFwDzubz68/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="400" height="350" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/hcZz38mqSyBFwDzubz68/mov/1" allowfullscreen="true" /></object></div>
<p>Repórter@Tiago Presley Imagem & Edição@Filipa Oliveira</p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 11 Jun 2013 20:33:03 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Muse: Explosão futurista (fotos)]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/muse/muse-explosao-futurista-fotos</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>O futuro desceu ao Dragão com os Muse. Vê aqui algumas imagens do principais momentos:</strong></p>
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      <pubDate>Tue, 11 Jun 2013 14:48:53 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Muse: Uma viagem interplanetária]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/muse/muse-uma-viagem-interplanetaria</link>
      <description><![CDATA[<p><strong><span>Em dia de Camões, uma epopeia sem igual. Atores, fogo, robô e o explosivo jogo de luzes elevaram os fãs dos Muse a outra dimensão, ao futuro. </span></strong><strong><span>Eles bem tinham prometido que seria o “melhor espectáculo de rock do planeta”. Mas, não foi só do planeta, foi da galáxia. Por mais ou menos três horas a Terra viveu um novo Big Bang.</span></strong></p>
<p><img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/N801350ea/15100435_FTZIQ.jpeg" alt="" /></p>
<p><span><strong><em>20h00.</em></strong> A música ambiente é desligada. Surge nos ecrãs gigantes uma mensagem dos <strong>Muse</strong>: “Estamos contentes por mostrar este vídeo de <em>Animals </em>feito por portugueses”. E logo as 45 mil pessoas que estavam no <em>Dragão</em>, gritaram a uma só voz. Era um adagio do que estava para chegar.</span></p>
<p><span>Logo depois, o aquecimento para o jogo dos <strong>Muse </strong>com os <strong>We Are The Ocean</strong> que trouxeram do Reino Unido o seu</span><span> <em>hardcore/ punk</em>. Durante o pouco tempo de actuação dos britânicos, o público aproveitou para jantar, depois de horas de espera. Outros, ouviam o jogo da selecção. Tudo calmo, o público só queria <strong>Muse</strong>.</span></p>
<p><span>Mas, entre ondas e ao som de <strong>Alt-J</strong> ou <strong>LCD Soundsystem</strong>, no <em>Dragão</em> foi-se treinando ovações para <em><strong>Matthew Bellamy</strong></em> e companhia. Foram longos minutos de espera, que deram tempo para declarações de amor nos camarotes e jogos de cartas no relvado.</span></p>
<p><span><strong>De repente, um súbito apagar de luzes.</strong> Os gritos fazem a Torre das Antas, ali ao lado, estremecer. Ouvem-se os primeiros acordes de “Supremacy”. Em cima do palco, uma espécie de chaminés, que fazem lembrar os balões de S. João, que soltam a chama do D<em>ragão</em>. Ouve-se um “Boa Noite Porto”, com uma explosão de fogo no meio campo. Eram os <strong>Muse</strong>, envolvidos num cenário de ficção cientifica. </span></p>
<p><span>“<em>Panic Station</em>”, depois de </span><span>"<em>Supermassive Black Hole</em>”, trouxe <em><strong>Obama</strong></em> a dançar. Mas foi quando apareceu <em><strong>Cristiano Ronaldo</strong></em>, a dar uns toques na bola, que o público delirou. Depois, os ecrãs foram ocupados com danças de <em><strong>Angela Merkel</strong></em>,<em><strong> Hollande</strong></em> e <em><strong>Putin</strong></em>. Aí os assobios foram gerais. Mas, no meio desta gente toda, não podia faltar um<strong> Sapo</strong> de fato e gravata, como manda a etiqueta, a tocar saxofone. </span></p>
<p><img style="border-style: none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/N8314b924/15100438_9gUDG.jpeg" alt="" /></p>
<p><span>Entretanto, volta-se a ouvir "<em>Animals"</em> </span>no palco. E a critica social continua. Nos ecrãs vão passando os valores da cotação da bolsa. Entre as luzes vermelhas e verdes, aparece um actor, que atira notas de “<em>20 Muse</em>” para o público. E assim vai o actor, ao estilo de <em><strong>Hitchcock</strong></em>, rasgando dinheiro até à plataforma montada no centro do estádio, onde cai no chão morto e desaparece.</p>
<p>No fundo, ouve-se uma harmónica. Podia ser uma música do <em><strong>Rui Veloso</strong></em>, mas não. É o início de “<em>Knights Of Cydonia</em>”, que faz o público "arrebentar" (como diz um bom tripeiro) de emoção.</p>
<p><span>No meio do espetáculo <em>hollywoodesco</em>, alguém atira a bandeira de Portugal, que </span><span><em><strong>Christopher Wolstenholme</strong></em> coloca ao ombro. Ao mesmo tempo, e, como não podia faltar, <em><strong>Matthew Bellamy</strong></em> apanha um cachecol do <em>Futebol Clube do Porto</em> e coloca-o ao pescoço, para compensar as calças vermelhas que vestia. </span></p>
<p><span>E foi uma, “<em>Hysteria</em>”, quando soaram as primeiras notas de “<em>Feeling Good</em>”. No meio da mega-produção de luzes, aparece uma mulher numa secretária, vestida a rigor - podia mesmo ser a assistente de <em><strong>Pinto da Costa</strong></em>. Sem ninguém o fazer prever, começa a correr para o cento do palco, onde agarra uma mangueira de um posto de gasolina e começa a beber até ser sugada pela plataforma montada no centro das emoções.</span></p>
<p> </p>
<p><span>E, de música em música, os <strong>Muse</strong> foram navegando pelos grandes sucessos. Primeiro "<em>Follow Me</em>". Logo depois,"<em>Madness</em>", onde cada salto estava sincronizado com gigantescas explosões de fogo, em que cada uma das pessoas sentia um súbito calor na pele.</span></p>
<p><span>No alinhamento seguiu-se "<em>Time Is Running Ou</em>t" (com "<em>House of the Rising Sun</em>", dos <strong>Animals</strong>, a servir de intro) e “<em>New Born</em>”, escolhida por uma roleta que girava nos monumentais ecrãs, que eram a essência de todo o cenário cinematográfico. E estava fechada, com chave de ouro, a primeira parte do concerto.</span> </p>
<p><span><strong>Os níveis de euforia no sangue do público estavam acima do permitido por lei.</strong> Para que ninguém fosse multado, os <strong>Muse</strong> subiram ao centro do relvado e deram <span>pontapé</span> de saída para um momento de fazer inveja à procissão de velas em Fátima. Logo nos primeiros segundos de “<em>Unintended</em>”, as luzes dos telemóveis tiraram todo o protagonismo à estrutura de holofotes do palco e, a uma só voz, as 45 mil pessoas cantaram religiosamente. </span></p>
<p><span>Seguiu-se no menu “<em>Guiding Light</em>” e, a provar o delírio entre a multidão, “<em>Undisclosed Desires</em>”, que fez <em><strong>Matthew Bellamy</strong></em> saltar para bem junto do público. E, ao contrário de outros concertos, o vocalista distribuiu apertos de mãos, beijinhos e, com a bandeira de Portugal às costas, aproveitou para roubar uns óculos floreados deixando o estádio a gargalhar. Teve ainda tempo para se ajoelhar perante os caixões com o actor e a actriz que morreram em palco, mostrando mais uma vez o lado sarcástico.</span></p>
<p><span><strong>E a viagem pelo mundo futurista continuava.</strong> Eis que surge um robô de 5 metros de altura, ao som de “<em>The 2nd Law: Unsustainable</em>", que nos faz pensar se o amanhã será assim.</span></p>
<p><span>O concerto caminhava para o fim. Mas em cada música, uma nova experiência do outro mundo. “<em>Plug In Baby</em>”, fez que o público cantasse numa só voz, e “<em>Survival</em>”, (música ofical dos Jogos Olímpicos de Londres), acendeu mais uma vez a chama da alucinação total. Foi 2001 e 2012 em confronto, foram dois universos diferentes no mesmo palco, com a mesma banda.</span></p>
<p><img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Nd9137685/15100419_qWM6B.jpeg" alt="" /></p>
<p><span>E mais um adeus. E mais um encore. Depois de um instrumental, “<em>U<span>prising</span></em>”, com toda a banda vestida de vermelho (os portistas não se chatearam) a serem multiplicados sem fim nos ecrãs do palco - é caso para dizer, eram mais que as mães.</span></p>
<p><span>E, apesar do cartaz que pedia para <em><strong>Matthew Bellamy</strong></em> não partir a guitarra, o vocalista atirou-a três vezes com toda a força, até ficar me pedaços, entre a escuridão que desceu ao <em>Dragão</em>.</span></p>
<p><span>Escuridão que fazia adivinhar o fim. Mas ainda faltava um dos singles com mais sucesso de sempre: "<em>Starlight</em>", que fez explodir a chama de todos e de cada um. E assim foi o fim da viagem espacial pelo universo dos Muse e o regresso à Terra. Mas, enquanto há <strong>Muse</strong>, há esperança.</span></p>
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<p><em><strong><span>Texto@Tiago Presley</span></strong></em></p>
<p><em><strong><span>Fotografias@Filipa Oliveira</span></strong></em></p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 11 Jun 2013 14:29:40 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Expeão apresenta novo álbum no Porto]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><span><strong>No Domingo, véspera de feriado, Expeão veio a casa apresentar <em>O Fim de Todas as Estradas</em> segundo álbum do rapper. </strong></span></p>
<p><span><strong><a href="http://fotos.sapo.pt/joanaonthehop/fotos/?uid=ffsaUIAyUw6nANsz0KoP"><img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0514e573/15098580_z24I4.jpeg" alt="" width="335" height="500" /></a> </strong></span></p>
<p><span><strong><br /></strong></span></p>
<p><span>Vocalista dos Dealema, Expeão estreou-se a solo em 2006 com "Máscara" e lança agora um novo álbum, onde reafirma o Hip-Hop para além do digital, infiltrando uma bateria, um baixo e uma guitarra à sua sonoridade.  </span></p>
<p><span>  </span></p>
<p><span>O concerto no Plano B estava marcado para a meia-noite. Com os atrasos da praxe o concerto começou para um público que mostrou-se conhecedor das rimas de Expeão. A descontracção e sentido de humor bem característico do cantor tornou o ambiente ainda mais intimista. </span></p>
<p><span><br /></span></p>
<p><span>O tema "Máscara", do álbum com o mesmo nome, foi dos mais cantados, uma grande crítica à sociedade e ao sistema político nacional. "Jugo do Povo" foi outra canção de intervenção, tema de que o Hip-Hop é feito. </span></p>
<p><span><br /></span></p>
<p><span><a href="http://fotos.sapo.pt/joanaonthehop/fotos/?uid=10i2iVW1D8GRiaCEfbc7"><img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba6131ea9/15098597_C66vY.jpeg" alt="" width="335" height="500" /></a></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Seguiram-se as "Pombas Brancas da Cidade" , uma história de sedução mal resolvida, daquelas que costumamos ouvir por aí. Continuou depois com versos inspirados nas ruas do Porto. </span></p>
<p><span>O momento alto da noite foi protagonizado por Expeão e o teclista.  Quando o cantor se sentou para cantar "Poeta Falhado", "É bonita esta balada, não acham?" disse em tom de gozo. </span></p>
<p><span><span>Do novo albúm a música "O teu amor por mim" foi uma das mais acalmadas, música que começa agora a passar nas rádios e que é um bom presságio para o potencial deste novo trabalho. </span></span></p>
<p> </p>
<p><span> <a href="http://fotos.sapo.pt/joanaonthehop/fotos/?uid=mzDkRr2YzEzJ6WKLwRbM"><img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba613c213/15098557_oNhk6.jpeg" alt="" width="500" height="335" /></a></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> Depois do concerto as Thug Unicorn continuaram com a festa do Hip-Hop até o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas nascer.</span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 11 Jun 2013 03:20:37 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Muse no Dragão: Os Deuses do Olimpo que se cuidem]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/muse/muse-no-dragao-os-deuses-do-olimpo-que-se-cuidem</link>
      <description><![CDATA[<p><strong><span>Dia 10 de junho não é só dia de Camões. É também dia de Muse no Estádio do Dragão.</span></strong></p>
<p> <img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/N0e139033/15083943_E7ZhY.png" alt="" width="580" height="171" /></p>
<p><span>Nos próximos dias o objetivo dos fãs é descobrir o caminho certo para a primeira fila do concerto dos <strong>Muse</strong>. A epopeia começa às 20 horas. O pontapé de saída no <em>Dragão</em> é às quatro da tarde. Mas o fogo (que arde sem se ver) da ânsia já começou. </span></p>
<p><span>Os novos e velhos de todo o país, que tiveram a sorte de cruzar o Cabo da Boa Esperança e conseguiram os bilhetes, fazem inveja aos que ainda cruzam tormentas para ir ao concerto, que marca o regresso da banda britânica a Portugal.</span></p>
<p><span><strong>Vinte e sete.</strong> Sim, são vinte e sete as músicas que os <strong>Muse</strong> têm levado a palco nesta tour explosiva, repleta de luz e cor. E, na bagagem, trazem um novo disco. Diferente de tudo o resto. Já dizia o<strong> Camões</strong> que “<em>todo o mundo é composto de mudança</em>”. Mas as origens não se esquecem. Por isso, sucessos como “<em>Undisclosed Desires</em>” e “<em>Uprising</em>” fazem parte da setlist da <em>“The 2nd Law Tour”</em> e, certamente, os seus versos serão entoados pelos fãs de forma a que os Deuses do Olimpo oiçam.</span></p>
<p><span><strong>Há Muse e Muse, há ir e voltar.</strong> Denise Ribeiro, jovem da Póvoa do Varzim, vai pela segunda-vez a um concerto da banda liderada por <strong>Matthew Bellamy</strong>. “O primeiro concerto que vi deles, no<em> Rock in Rio</em>, foi um dos melhores concertos que vi até hoje e espero voltar a ter a mesma sensação”, diz na esperança que “<em>Knights of cydonia</em>” faça parte do alinhamento.</span></p>
<p><span>Nuno Ferreira, de Lisboa, também espera ouvir “<em>Knights of cydonia</em>” no <em>Dragão</em>. Ao contrário de Denise, é a primeira vez que vai a um concerto dos <strong>Muse</strong> e quer garantir o lugar na primeira fila: “Vou dias antes para o Porto, mas segunda-feira vou passar o dia à porta do estádio! Devo ir logo às 7 da manhã... não posso perder a primeira fila”, diz ansioso ao <strong>SAPO On The Hop</strong>.</span></p>
<p><span><em>Madness</em> é o que é esperado no Dragão quando os Muse subirem ao palco, depois da atuação dos britânicos We Are The Ocean, que se estreiam por terras lusas.</span> E, <strong>Camões</strong>, os fãs pedem desculpa. Mas segunda-feira é só dia de <strong>Muse</strong>. Os <em>Lusíadas</em> ficam para outro dia. </p>
<p> </p>
<p><span>O narrador na epopeia varia, mas o narrador do concerto será o <strong>SAPO On The Hop</strong>, que estará i<em>n media res</em>.</span></p>
<p><span>E já diz o ditado: mãos frias, coração quente e <strong>Muse</strong> para sempre.</span></p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 07 Jun 2013 16:42:52 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
            <media:content url="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/N0e139033/15083943_E7ZhY.png" medium="image" />
          </item>
    <item>
      <guid>http://onthehop.sapo.pt/eventos/projecao-especial-os-estagiarios/os-estagiarios-ha-vida-fora-do-google</guid>
      <title><![CDATA["Os Estagiários": Há vida fora do Google?]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/projecao-especial-os-estagiarios/os-estagiarios-ha-vida-fora-do-google</link>
      <description><![CDATA[<p><strong><span>“Os Estagiários” chega às salas, já na próxima semana, e promete ser um sucesso para todos os que gostam de tecnologia… e de soltar algumas - comedidas - gargalhadas. Com piadas datadas e bem utilizadas, maioritariamente cinematográficas, e algumas analogias bastante excêntricas, o filme de quase duas horas não é todo obra de ficção.</span></strong></p>
<div><img style="border: 0 none;" src="http://i2.wp.com/pmcvariety.files.wordpress.com/2013/06/546778246.jpg?fit=1000,1000" alt="" width="550" height="358" /></div>
<pre>Oito anos depois de se infiltrarem em casamentos, Owen Wilson e Vince Vaughn voltam a formar dupla, desta vez, numa comédia muito mais “geek” com aparições relâmpago de comediantes como Will Ferrel ou Josh Gad.<br />Depois de Owen e Vince, ou, neste caso, Nick e Bill, perderem os seus empregos como vendedores e verem a sua vida desabar, é Bill que se apercebe primeiro de que os dois precisam de um objetivo. Depois de pesquisar sobre o “Google”, no próprio motor de busca, o mais utilizado no mundo, Bill aposta em tentar estagiar na empresa – ainda que tanto ele como o ex-colega não tenham acompanhado o mundo na sua evolução tecnológica.</pre>
<div><img style="border: 0 none;" src="http://www.vanityfair.com/online/oscars/2012/09/google-campus-will-ferrell-owen-wilson-vince-vaughn/_jcr_content/par/cn_contentwell/par-main/cn_blogpost/cn_float_container/cn_image.size.s-owen-wilson-vince-vaughn-google-the-internship.jpg" alt="" width="560" height="379" /></div>
<p> </p>
<p><span> Depois de algumas peripécias, chegamos a Silicon Valley. O filme apresenta-nos as instalações da Google e equipara a gigante norte-americana a um lugar utópico – ou melhor, a um recreio gigante. </span></p>
<p>A história centra-se, maioritariamente, no estágio de verão que a empresa oferece, anualmente, selecionando cerca de 1500 alunos das melhores universidades dos EUA - um dos países com mais diversidade. Porém, a longa-metragem mostra um estágio bastante diferente daquele que tem lugar todos os anos e, ainda que existam mesmo campos de voleibol no campus da empresa, sabemos que todo aquele espírito de “Jogos Sem Fronteiras” fica um pouco aquém da realidade – mas resulta bem no grande ecrã. Como sempre contamos com um antagonista, Graham, e uma mão quase cheia de desafios, até à vaga na companhia, sendo o maior de todos introduzir os jovens, com cerca de vinte anos, ao mundo real - aquele que existe para além da tecnologia.</p>
<p> </p>
<div>
<div><img style="border: 0 none;" src="http://dylan-obrien.org/gallery/albums/userpics/10001/006~71.jpg" alt="" width="570" height="380" /></div>
</div>
<p> </p>
<p> Para os mais interessados, em assuntos tecnológicos, é engraçado referir que a gigante americana foi mecenas do filme, que se revela um genial golpe publicitário, mas, além de falar sobre o Youtube, o Gmail ou o Chrome, houve ainda espaço para a concorrência. De aparelhos da Apple ao Foursquare, ao Facebook e ao seu recém integrado Instagram, o filme realça ainda a dependência tecnológica do mundo atual. </p>
<p><span> A Google acredita que o filme chamará mais jovens para a empresa – tendo chegado mesmo a lançar um vídeo que acompanha cinco estagiários na sua primeira semana de trabalho. O C.E.O. da empresa também se pronunciou; Page afirma que o filme ajudará a despertar mais mentes para a área tecnológica. </span></p>
<p>A comédia “geek”, com a banda sonora mais divertida dos últimos tempos, mostra-nos como dois adultos desempregados se podem relacionar com um bando de pós-adolescentes que lutam por um lugar ao sol – num mundo em que há cada vez menos oportunidades – utilizando “mottos” que passam pela crença, o trabalho em equipa e a capacidade de seguir os sonhos. Mas talvez o conceito de "Googleyness" seja o mais importante: é um incentivo a mantermo-nos fiéis a nós mesmos e, segundo os criadores, é o termo que alberga tudo aquilo que faz de nós quem somos, aparte da nossa inteligência. </p>
<p> </p>
<div><img style="border: 0 none;" src="http://dylan-obrien.org/gallery/albums/userpics/10001/010~41.jpg" alt="" width="570" height="380" /></div>]]></description>
      <pubDate>Thu, 06 Jun 2013 11:35:27 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
    <item>
      <guid>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/ja-temos-saudades-tuas-primavera</guid>
      <title><![CDATA[Já temos saudades tuas, Primavera]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/ja-temos-saudades-tuas-primavera</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>Igualmente aguardado quanto os primeiros raios de sol da Primavera, a segunda edição do Optimus Primavera Sound chega ao fim e já se sentem as saudades. Sem chuva ou cancelamentos, tudo correu como desejado. Ou talvez melhor.</strong></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><a title="Optimus Primavera Sound-Dia 30" href="http://fotos.sapo.pt/ritasousavieira/albuns/?aid=31" target="_blank"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9614cf2f/15054234_URndh.jpeg" alt="Optimus Primavera Sound-Dia 30" border="0" /></a></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p>Recorda aqui alguns dos melhores momentos do festival. O que fica por dizer, as imagens contam.</p>
<p> </p>
<p><object width="400" height="300" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="ritasousavieira" /><param name="a" value="31" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=ritasousavieira&a=31&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="slidemode" value="AlphaFade" /><param name="backcolor" value="#000000" /><param name="textcolor" value="#FFFFFF" /><param name="uicolor" value="#000000" /><param name="timeperphoto" value="5000" /><param name="borderwidth" value="0" /><embed style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="400" height="300" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="ritasousavieira" a="31" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=ritasousavieira&a=31&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" /></object></p>
<p> </p>
<p>Diferente de outros festivais, ainda não foi desta que a tenda e o kit de campismo saíram do canto onde foram esquecidos desde o último festival do ano passado - ainda que alguns tenham acampado em salas e quartos vazios de amigos e conhecidos. E ao contrário de outras andanças, as histórias do parque de campismo são substituídas pelas, não menos absurdas, experiências vividas numa das muitas residências e hostels – como uma casa de banho ao estilo da zona de chuveiros de um festival ou os franceses do quarto ao lado que resolveram cantar clássicos dos anos 80 às sete e meia da manhã. O que não tem par é a forma como a cidade e os que a compõem receberam milhares de festivaleiros. Tudo é melhor no Porto, dizem. E não há como discordar. Sentimento partilhado por algumas bandas que divulgaram, nas diversas redes sociais, fotografias e inúmeros elogios à capital do norte. Voltem sempre, dizemos nós.</p>
<p> </p>
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<p> </p>
<p>Com lugar no Parque da Cidade, o maior parque urbano no país, o recinto da Optimus Primavera Sound privilegia do seu espaço: local idilicamente verde onde por três dias as suas colinas verdes são transformadas num auditório natural. Tudo é bonito neste festival, não é só a sua localização. Nada parece ficar mal na foto. Nada nem ninguém. Havia dress code e ninguém disse nada? Tudo parecia combinar com o ambiente proposto pela organização e marcas residentes. Só o vento não combinada com nada. As flores na cabeça davam um toque final e tal como na música dos The Mamas & the Papas, “if you're going to Optimus Primavera Sound, be sure to wear some flowers in your hair, you're gonna meet some gentle people there”. Verdade.</p>
<p>Com um copo de vinho ou um fino na mão (escrevo em Lisboa, mas não quero ferir suscetibilidades), sentados na relva ou religiosamente na primeira fila, amigos reencontraram-se e novos amigos foram feitos. E por falar nisso, há quem diga ter visto o Damon Albarn ou o Kevin Shields a passear pelo recinto e a assistir a alguns concertos. Suspiros.</p>
<p><object width="400" height="300" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="ritasousavieira" /><param name="a" value="32" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=ritasousavieira&a=32&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="slidemode" value="AlphaFade" /><param name="backcolor" value="#000000" /><param name="textcolor" value="#FFFFFF" /><param name="uicolor" value="#000000" /><param name="timeperphoto" value="5000" /><param name="borderwidth" value="0" /><embed style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="400" height="300" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="ritasousavieira" a="32" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=ritasousavieira&a=32&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" /></object></p>
<p>Terão sido mais de 75 mil os que assistiram aos concertos dos três dias, segundo números da organização. Não se sabe quantas foram as lágrimas escorridas ao som de Explosions in the Sky, o número de t-shirs de Blur que há anos aguardavam para sair da gaveta ou o número de suspiros a cada vez que Nick Cave se aproximava da primeira fila.</p>
<p> </p>
<p><a title="Optimus Primavera Sound-Dia 30" href="http://fotos.sapo.pt/ritasousavieira/albuns/?aid=31" target="_blank"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B19139729/15054051_oTzjd.jpeg" alt="Optimus Primavera Sound-Dia 30" border="0" /></a></p>
<p> </p>
<p>Guardem a toalha/saco laranja. Já só faltam três meses de sol, três meses de chuva e três meses de frio para voltarem três meses de Primavera e três dias de música. Entretanto já há datas para a próxima edição. O Parque da Cidade voltará a receber o Optimus Primavera Sound nos dias 5, 6 e 7 de junho de 2014 e para já estão confirmados os norte-americanos Neutral Milk Hotel. Aguentem corações. </p>]]></description>
      <pubDate>Mon, 03 Jun 2013 19:41:55 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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    <item>
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      <title><![CDATA[à conversa com The Glockenwise]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/a-conversa-com-the-glockenwise</link>
      <description><![CDATA[à conversa com The Glockenwise

Optimus Primavera Sound 2013]]></description>
      <pubDate>Mon, 03 Jun 2013 19:22:09 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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      <title><![CDATA[à conversa com Memória de Peixe]]></title>
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      <description><![CDATA[à conversa com Memória de Peixe

Optimus Primavera Sound 2013]]></description>
      <pubDate>Mon, 03 Jun 2013 17:38:43 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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    <item>
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      <title><![CDATA[Último dia de Primavera]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong>Ao terceiro dia de festival, a temperatura subiu, o vento deu descanso e as pernas acusavam algum cansaço. Dinosaur Jr., Explosions in the Sky e My Bloody Valentine eram os nomes mais esperados do dia que, ainda assim, não voltou a receber a mesma enchente de público do dia anterior.  </strong></p>
<p> </p>
<p><iframe src="http://videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/LzVbLKN6JdszqFvkaEZc/mov/1" width="400" height="350" scrolling="no" frameborder="0"></iframe></p>
<p> </p>
<p>Aqui a expressão dos 8 aos 80 não funciona. Talvez por ser dia da criança, talvez porque o ambiente do Optimus Primavera Sound assim o proporcione, o que é certo é que, ao percorrer o recinto, eram muitas as crianças que se encontravam no Parque da Cidade. Acompanhadas pelos pais, possivelmente por um ou outro tio e tia com um espírito mais aberto, daqui a uns anos vão poder agradecer e, com certeza, ter uma história para contar.</p>
<p>A diversidade do cartaz, a roçar por vezes na falta de coerência, permite ao passeio entre palcos e, para muitos, a descoberta de novas bandas. Entre novatos e promessas emergentes ou veteranos e instituições de determinado género musical – fazendo uso de todos os clichés -  há sempre espaço para novas paixões ou desilusões e o amor pode estar no palco ao lado. E pode resumir-se a noite de ontem assim.</p>
<p> </p>
<p><object width="400" height="300" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="ritasousavieira" /><param name="a" value="33" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=ritasousavieira&a=33&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="slidemode" value="AlphaFade" /><param name="backcolor" value="#000000" /><param name="textcolor" value="#FFFFFF" /><param name="uicolor" value="#000000" /><param name="timeperphoto" value="5000" /><param name="borderwidth" value="0" /><embed width="400" height="300" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="ritasousavieira" a="33" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=ritasousavieira&a=33&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" /></object></p>
<p> </p>
<p>The Glockenwise apresentaram-se em inglês, “<em>We’re Xutos, the greatest portuguese rock band</em>, e os Explosions in the Sky em português, “nós somos os explosões no céu”. </p>
<p>Ao contrário dois primeiros dias, é difícil destacar o concerto da noite. Certamente não concordarão com isto as primeiras filas de My Blood Valentine, mas não era só por culpa do cansaço que à hora do concerto muitos preferissem o conforto do chão.</p>
<p>Por último, vénia aos resistentes que ficaram até ao fim de DJ Coco. Agora é contar as estações até chegar, novamente, a Primavera. </p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 02 Jun 2013 22:11:51 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
      <guid>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/fotogaleria-ops-01-junho</guid>
      <title><![CDATA[Fotogaleria - OPS - 01 Junho]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/fotogaleria-ops-01-junho</link>
      <description><![CDATA[<h3>Autor: ritasousavieira</h3>
<h4>Fotogaleria - OPS - 01 Junho</h4>
<a href="http://fotos.sapo.pt/ritasousavieira/albuns/?aid=33">
  <img src="http://fotos.sapo.pt/ritasousavieira/capa-de-album/33" border="0" />
</a>      
<p>Visite a <a href="http://fotos.sapo.pt/ritasousavieira/fotos">galeria de ritasousavieira</a></p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 02 Jun 2013 21:00:51 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Albuns]]></category>
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          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Primavera Sound 2013 - Dia 1]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound/primavera-sound-2013-dia-1</link>
      <description><![CDATA[<h3>Autor: joanamonthehop</h3>
<h4>Primavera Sound 2013 - Dia 1</h4>
<a href="http://fotos.sapo.pt/joanamonthehop/albuns/?aid=12">
  <img src="http://fotos.sapo.pt/joanamonthehop/capa-de-album/12" border="0" />
</a>      
<p>Visite a <a href="http://fotos.sapo.pt/joanamonthehop/fotos">galeria de joanamonthehop</a></p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 02 Jun 2013 05:40:59 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Albuns]]></category>
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          </item>
    <item>
      <guid>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/primavera-sound-2013-dia-1-1</guid>
      <title><![CDATA[Primavera Sound 2013 - Dia 1]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/primavera-sound-2013-dia-1-1</link>
      <description><![CDATA[Primavera Sound 2013 - Dia 1

Música: 
Titus Andronicus - In a Big City]]></description>
      <pubDate>Sun, 02 Jun 2013 04:59:42 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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    <item>
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      <title><![CDATA[o quanto eu te quero, Primavera]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/optimus-primavera-sound-2013/o-quanto-eu-te-quero-primavera</link>
      <description><![CDATA[<p>Esta sexta-feira, no segundo dia do festival, manteve-se a boa disposição, o vento acalmou e o Primavera esteve mais nosso do que nunca. Desde os últimos raios de sol até à noite profunda, o parque da cidade vibrou com Memória de Peixe, Ghostdigital entre outras bandas da parte da tarde, passando pelo pôr-do-sol com Daniel Johnston e Local Natives. Anoiteceu ao som mirabolante de Swans e Mão Morta. No fim, tudo acabou bem e os Grizzly Bear, Four Tet e Metz deram as entrada à banda que todos queriam ver e cantar em conjunto: Blur. A noite prosseguiu com Glass Candy, Fuck Buttons entre outros.</p>
<p><a title="Optimus Primavera Sound-Dia31" href="http://fotos.sapo.pt/ritasousavieira/albuns/?aid=32" target="_blank"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bfb133183/15058845_q20wt.jpeg" alt="Optimus Primavera Sound-Dia31" border="0" /></a></p>
<p>Neste dia apareceram mais famílias do que o costume e, de uma maneira geral, o recinto do Primavera Sound recebeu um maior número de pessoas do que o habitual. As grinaldas das flores multiplicaram-se e a simpatia das pessoas também. O público do Primavera já sabe que este é o festival para ir e ser visto, nunca recusa uma fotografia nem companhia para jantar. O que torna o Primavera diferente? As pessoas que vêm a este festival, sem dúvida. Independentemente da idade ou nacionalidade este é um festival relaxado onde todos são bem-vindos e introduzidos numa boa disposição contagiante. Sentado ou deitado na relva a olhar para o céu, rodeado de amigos e conhecidos, enquanto se ouve boa música... que mais se pode pedir?</p>
<p><iframe src="http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/4adSaMl0qLaWmn6ZW9fP/mov/1&quality=sd" width="400" height="350" scrolling="no" frameborder="0"></iframe></p>
<p> </p>
<p>Texto: Joana Mendes</p>
<p>Fotografia: Rita Sousa Vieira</p>
<p>Vídeo: Joana Mendes</p>]]></description>
      <pubDate>Sat, 01 Jun 2013 14:07:38 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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