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    <title>Notícias SAPO On The Hop</title>
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    <description>Notícias</description>
    <language>pt-PT</language>
    <pubDate>Thu, 17 May 2012 02:33:42 +0100</pubDate>
    <lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 02:33:42 +0100</lastBuildDate>
    <copyright>@2012 SAPO On The Hop</copyright>
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      <title><![CDATA[Marina & The Diamonds e Rita Ora abrem concerto dos Coldplay]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong>Marina & The Diamonds e Rita Ora são os nomes escolhidos para a primeira parte do concerto dos Coldplay no Porto.</strong></p>
<p>Rita Ora, que tem como mentor Jay-z, estreia-se em Portugal no dia 18 de maio. A cantora britânica ganhou notoriedade ao participar no video-clip Young Forever (Jay-Z) e Over do Drake. Nos finais de 2011, lançou Hot Right Now feat DJ Fresh, que chegou ao primeiro lugar UK Singles Chart. Em breve será lançado o seu novo álbum que conta com a colaboração de Kanye West, Stargate, entre outros.</p>
<p> </p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/N7OPZOBJZyI" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe></p>
<p> </p>
<p>Já Marina & The Diamonds regressam ao nosso país, depois de terem atuado no Festival Paredes de Coura em 2011. A cantora já lançou dois álbuns, um em 2010 intitulado de The Family Jewels e o segundo no final de abril do ano corrente. O single Primadonna (2012), atingiu a posição #11 no UK Singles Chart e o teve mais de 1,428,000 visualizações, sendo o maior sucesso de Marina.</p>
<p> </p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/S8httDjxJqI" width="560" height="315" frameborder="0"></iframe></p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 04 May 2012 20:46:44 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
      <guid>http://onthehop.sapo.pt/eventos/coldplay/18-de-maio-no-estadio-do-dragao</guid>
      <title><![CDATA[18 DE MAIO NO ESTÁDIO DO DRAGÃO...]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><a title="coldplay2" href="http://fotos.sapo.pt/tiagopresley/fotos/?uid=NYwuVYZUhR9lj9Kn2qG5" target="_blank"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2109378d/11902616_2Yd5N.jpeg" alt="coldplay2" border="0" /></a></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 03 May 2012 12:45:33 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[Paradise está a chegar]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><a title="coldplay" href="http://fotos.sapo.pt/tiagopresley/fotos/?uid=4stHaE3zfhB6koNw4Sf5" target="_blank"><img src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5709093f/11956848_g41Zr.png" alt="coldplay" border="0" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong><span>Os Coldplay sobem ao palco do Estádio do Dragão no próximo dia 18 de maio. Na bagagem trazem o seu último álbum, <em>Mylo Xyloto</em> e prometem transformar a cidade invicta num <em>Paradise</em>.</span></strong></p>
<p><span>A abrir a noite Marina & the Diamonds e Rita Ora aquecem o público, algo que se repetirá um pouco por todos os concertos na Europa. Logo depois, a chama do Dragão acende-se com a banda britânica que vai cantar todas as músicas do novo CD e ainda umas outras tantas que fizeram história, como por exemplo, Yelllow, Fix you, Viva La Vida, etc.</span></p>
<p><span>Os bilhetes estão praticamente esgotados. Por isso se não quer perder este regresso dos Coldplay a Portugal... corra para as bilheteiras. </span></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 03 May 2012 12:00:42 +0100</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[SAPO's Eleven: O top da pop On The Hop]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/balanco-de-2011/sapos-eleven-o-top-da-pop-on-the-hop</link>
      <description><![CDATA[<div><a href="http://fotos.sapo.pt/tiago_onthehop/fotos/?uid=pLoa1frK3WGIKzZopBbK"><img style="border: 0px currentColor;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1f078a9d/9822667_lhDY9.png" alt="" width="600" height="346" /></a></div>
<p>Não, não fizemos mais uma sequela dos filmes de Steven Soderbergh, mas com o ano de 2011 a terminar eu (Tiago) e a Raquel decidimos eleger os 11 artistas/bandas que, na nossa opinião, mais se destacaram.<br /> <br /> Ora bem, se falamos de destaque, falamos de <strong>Rihanna</strong>. A diva da pop que nos fez colocar tantas vezes a questão “What’s my name?” depois de tanto “Cheers” (sim, vamos fazer trocadilhos manhosos) deu um concerto no Pavilhão Atlântico em Lisboa no dia 17 de dezembro. Foi sem dúvida a maneira mais estrondosa de terminar o ano em que a jovem cantora nos fez vibrar com os seus êxitos de Loud, álbum lançado em novembro de 2010. Esta miúda quase que se pode sentir “Only Girl in The World”, depois de ter lançado o seu mais recente álbum Talk That Talk no mês passado e o seu single “We Found Love” ser já um sucesso.<br /> <br /> <strong>Katy Perry</strong> não lançou nenhum álbum este ano, mas não nos podemos esquecer do que se passou “Last Friday Night” - a ressaca mais conhecida de 2011. “E.T” e “The One That Got Away” também estiveram a bombar nas rádios e nas nossas cabeças. A jovem cantora tornou-se a primeira artista da história a passar um ano inteiro - 52 semanas consecutivas - no principal top 10 da Billboard, depois de “E.T” (com Kanye West) ter permanecido no primeiro lugar do top em 12 de abril de 2011.<br /> <br /> Quem subiu também aos primeiros lugares dos tops deste ano foi <strong>Adele</strong>, a jovem cantora e compositora britânica “Set Fire to The Rain” e não só. Com o seu álbum 21, pegou fogo à sua carreira e atingiu recordes fantásticos, tornando-se na primeira artista na história do Reino Unido a atingir 3 milhões de vendas de um álbum num ano. Adele foi ainda nomeada para 6 Grammys nas categorias de “álbum do ano”, “canção do ano” e “melhor atuação pop a solo” e arrecadou prémios como ninguém.<br /> <br /> <strong>Britney Spears</strong> também deu um concerto em Portugal. O palco escolhido foi o Pavilhão Atlântico, que a 9 de novembro se encheu de fãs da Femme Fatale - nome do sétimo álbum da carreira da cantora norte-americana lançado em março. “Hold It Against Me” e “Till the World Ends” foram os singles que fizeram vibrar todas as pistas de dança.<br /> <br /> <strong>Bruno Mars</strong> não passou o ano na sorna com a sua “Lazy Song”, antes pelo contrário. Lançou o EP “The Grenade Sessions”, com mais três versões e ainda o videoclip de “Grenade”. O jovem cantor havaiano surpreendeu o mundo quando homenageou Amy Winehouse, dois meses depois da sua morte, nos MTV VMAs com uma versão bem animada de “Valerie”.<br /> <br /> Este foi também um grande ano para a portuguesa <strong>Aurea</strong>, a grande vencedora do prémio Best Portuguese Act dos MTV EMAs de 2011. “Busy” e “Okay Alright”, singles do álbum homónimo, levaram a jovem que esgotou o São Jorge logo no primeiro concerto da tour aos primeiros lugares dos tops nacionais. Aurea cantou também "Dream A Little Dream Of Me" na nova campanha de Natal da TMN e a sua voz leve deixa que a música fique no ouvido.<br /> <br /> E que top seria este se não contássemos com<strong> Lady Gaga</strong>? A cantora e compositora mais irreverente dos últimos tempos contou 288,000 cópias do seu álbum Born This Way vendidas no primeiro dia de lançamento. Hits como “Marry the Night”, “Judas” e “Edge of Glory” valeram-lhe os maiores recordes nos tops musicais de 2011. Este foi também um ano de prémios para Gaga, que arrecadou 3 Grammys, 4 MTV EMAs e 2 VMAs.<br /> <br /> Mylo Xyloto é o nome do mais recente álbum dos <strong>Coldplay</strong>, lançado em outubro. A banda britânica, que esteve este ano em Portugal no Festival Optimus Alive, já tinha lançado o primeiro single "Every Teardrop Is a Waterfall" em junho e "Paradise" foi logo lançado como o segundo single, três meses depois. Nada mais nada menos do que 447 mil cópias do álbum foram vendidas logo na primeira semana.<br /> <br /> <strong>David Guetta</strong> também foi um nome muito ouvido em 2011, não só por ter estado presente no Festival SW TMN mas também por ter lançado em agosto o seu quinto álbum Nothing But The Beat. O DJ e produtor francês que arrecadou um Grammy este ano lançou em maio o primeiro single “Where Them Girls At" (com participações de Nicki Minaj e Flo Rida) e em junho foi a vez de “Little Bad Girl“ (com participações de Ludcris e Taio Cruz) ser lançado como segundo single.<br /> <br /> E é claro que <strong>LMFAO</strong> estão completamente desculpados por ‘rockar’ o nosso ano. Sorry For Party Rocking foi o álbum lançado pelo duo que se gaba de ser sexy. Se na vossa passagem de ano puserem “Party Rock Anthem” a bombar, habilitam-se a uns “Champagne Showers” quando derem as boas vindas a 2012.<br /> <br /> Como já devem estar mais que irritados pelos nossos trocadilhos parvos com os nomes das músicas, chegamos assim ao final da nossa lista com <strong>Maroon 5</strong>, desta vez acompanhados por Christina Aguilera em “Moves Like Jagger”, que foi o single escolhido para relançar o álbum Hands All Over (já lançado em 2010) em julho deste ano.<br /> <br /> E foi assim que 2011 nos deu muita música. Divas em digressão e a esgotar bilheteiras. Bandas fantásticas que rechearam os cartazes dos nosso festivais de verão. Músicas que passaram nas rádios dia e noite e que ainda nos vão fazer abanar o capacete em 2012. Enquanto esperamos pelas confirmações dos cartazes para os festivais do novo ano, façam as vossas apostas para futuros sucessos musicais, porque 2012 está à porta!</p>]]></description>
      <pubDate>Wed, 28 Dec 2011 18:44:31 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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      <title><![CDATA[2011 em canções]]></title>
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      <description><![CDATA[Este top é uma listagem, não daquilo que gostamos mas, daquilo que ouvimos falar, cantámos ou vimos dançar. 2011 foi assim - mais ou menos.]]></description>
      <pubDate>Wed, 28 Dec 2011 17:27:06 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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      <title><![CDATA[Música portuguesa para combater o frio]]></title>
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      <description><![CDATA[<p> </p>
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<p> </p>
<p><span>O Hard Club foi o espaço escolhido para receber o Natal antecipado no Porto. O Christmas Club foi a prenda e levou boa música portuguesa à sala de espetáculos neste fim-de-semana.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O cartaz do Christmas Club preocupou-se em agradar a todas as faixas etárias, sendo o palco secundário um pouco mais direcionado para a malta jovem que se esquecia, por momentos, da temperatura que fazia lá fora e mostrava as t-shirts das suas bandas preferidas, muitas delas já suadas pelo balançar intensivo dos corpos.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Natal não seria nem Natal sem o frio, e nesse sentido o Hard Club estava o mais natalício possível, tornando-se uma autêntica sala com lareira para os presentes.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Os PAUS tiveram a honra de inaugurar oficialmente o festival e desde logo agradeceram ao público por ter jantado tão cedo. E não haveria melhor forma de agradecimento do que retribuírem com um concerto estrondoso. Os PAUS são daquelas bandas que é impossível imaginar a darem concertos com 50 anos... ninguém com 50 anos aguenta aquela pedalada, seria curioso ver Hélio Morais e Quim Albergaria a destronarem na bateria com a mesma força com que o fazem no presente.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A banda apresentou o seu mais recente trabalho e quem assistiu vibrou com temas novos como “Deixa me Ser” ou “Malhão”, mas também mais antigos como “Mudo e Surdo” e “Pelo Pulso”. Não conseguiria imaginar melhor maneira de inaugurar este Christmas Club.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Além deste grande concerto inicial, é também de louvar a organização do evento, que ao contrário dos festivais de verão evitou sempre a sobreposição de concertos nos dois palcos. Houve sempre meia hora de intervalo nos concertos da sala 1, tempo usado para bandas menos conhecidas no panorama nacional se mostrarem ao público nortenho. Bandas como os Iconoclasts, vencedores do Festival Termómetro, e os The Doups, que já foram <span>destingidos</span> como uma das melhores bandas europeias sem editora deram bons concertos com o vocalista dos The Doups, João Rodrigues a acabar o concerto no público, sendo também obrigatório salientar a energia positiva que todos os elementos dos Iconoclasts transmitiram durante todo o concerto.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Os doismileoito, a segunda banda a atuar na sala principal - também com um novo álbum na mala -, trouxeram amigos com as letras na ponta da língua. “Quinta-feira” e a mais apropriada à data “Bife de Natal” foram algumas das que o público entoou. Enquanto isso os elementos dos PAUS tornavam o corredor do Hard Club numa zona comercial, vendendo CDs, vinis ou t-shirts - está a chegar o natal e as prendas não se pagam sozinhas.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A última banda a atuar foi o projeto de André Tentugal. Os We Trust mostraram um à vontade que não tinha sido possível ver nos seus primeiros concertos, trouxeram uma mini-orquestra de instrumentos de sopro e até a própria decoração do palco foi pensada de maneira a dar aos fãs um concerto inesquecível. Nem só do single "Time (Better Not Stop)" vive We Trust: todas as suas músicas transmitiram uma paz interior ao público, sendo realmente uma pena o fim do concerto.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Para alguns a noite continuou no palco 2, com o DJ Rui Maia (dos X-Wife) a animar o público que fez questão de adiar o sono. Os restantes foram para casa porque sábado houve mais e, por isso, havia também muita energia para recarregar.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Texto: Nuno Pereira</p>
<p>Fotos: Joana Ferrada</p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:48:55 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Com o devido respeito, Jorge Palma encerrou o Christmas Club]]></title>
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      <description><![CDATA[<p> </p>
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<p> </p>
<p><span>Numa entrada discreta, com o seu sobretudo e olhar intelectual e respeitador como representante da arte que viria apresentar, Jorge Palma atuou no Hard Club no passado dia 18 de dezembro. Acompanhado pela banda Os Demitidos e pelo seu filho Vicente, abriu o concerto com "A Chuva Cai", do seu mais recente álbum, “Com Todo o Respeito”, e logo de seguida passou para o primeiro single do disco, "Página em Branco".<br /><br />Num concerto consistente e a rondar as duas horas, Jorge Palma foi apresentando outras canções do seu ultimo álbum como a música "Tudo Por Um Beijo", que ficou célebre por acompanhar a banda sonora do filme "A Bela e o Paparazzo",  ou outros temas como "Anjos de Berlim", "Imperdível" e "Com Todo o Respeito". E claro que não faltaram êxitos como "Frágil", do álbum "Só", editado em 1991, que ainda hoje é das musicas mais saboreadas pelos seus fãs, ou êxitos mais recentes como "Encosta-te a Mim", de 2007, êxito esse que levou o álbum “Voo Nocturno”, de 2007, ao primeiro lugar do top nacional de vendas por 40 semanas seguidas, e foi mais um dos momentos da noite com o público a participar de voz bem audível.</span></p>
<p><span><br />Depois das despedidas houve ainda tempo para todos os elementos da banda voltarem para uma versão do clássico  "Like a Rolling Stone", de Bob Dylan, terminando assim da melhor maneira possível estes três dias de grandes concertos com este ainda maior senhor da música nacional.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>texto: Luís Cardoso</p>
<p>fotos: Joana Ferrada</p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:24:51 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[A prenda dos Amor Electro foi um grande concerto]]></title>
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      <description><![CDATA[<p> </p>
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<p> </p>
<p><span>O segundo dia de Christmas Club no Hard Club arrancou com os portuenses Salto, que atuaram num espaço pouco concorrido, tal como já o tinha sido na sexta-feira. Mas o ponto alto da noite chegaria no final, com os muito aguardados Amor Electro.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Apesar dos poucos espetadores, e talvez por jogarem em casa, os Salto fizeram um bom trabalho e, numa atuação curta, de sensivelmente meia hora, tocaram cinco temas - incluindo uma cover de Ray Charles -, fechando com um dos mais populares, “Por Ti Demais”.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Coube a outra banda do norte, desta feita de Braga os Peixe:Avião, inaugurar a sala 1 pouco depois das 22h. Ao longo de uma hora, e num ambiente intimista, a música foi fluindo num bom espetáculo centrado no seu último álbum, “Madrugada”, considerado por alguns um dos melhores da música nacional em 2010.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Numa alternância de salas e pouco depois das 23h, voltámos à sala 2 para assistir ao que viria a ser o último concerto na mesma: o dos Norton. Pela primeira vez no Porto desde o lançamento do seu mais recente álbum, “Layers of Love United”, entraram com vontade de aquecer o ambiente - nem que para isso o vocalista tivesse de saltar para junto do público para incentivar a celebração do som, como ocorreu na cover de "Pump Up the Jam", dos Technotronic. Um bom trabalho dos Norton em pouco mais de meia hora de concerto que ainda convenceu alguns céticos a entrar na sua dança.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Chegou então o momento mais aguardado da noite, a atuação de um dos novos fenómenos da música portuguesa, os Amor Electro. A chegada foi como que um pequeno choque elétrico na plateia, com o público a fazer questão de se chegar bem à frente para assistir.  </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Apesar de serem naturais de Lisboa, começaram o concerto brindando o público com um êxito de uma das bandas portuenses mais aclamadas - falamos de “Bem-vindo ao Passado”, dos GNR. Depois vieram os originais, onde a música mais celebrada foi, claro, o sucesso “A Máquina”, do álbum de estreia “Cai o Carmo e a Trindade”, que os lançou para o top de vendas. Mas houve ainda tempo para outros tributos à grande música nacional com os temas “Capitão Romance”, dos Ornatos Violeta, e “Barco Negro”, de Amália Rodrigues.  </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Já depois das apresentações dos elementos da banda, houve mais um ponto alto no encore, com mais energia e batidas de bombos onde a própria vocalista, Mariza Liz, participou. Este regresso eletrificante deu o mote para um regresso a “A Máquina”, desta vez com direito a pausas para acompanhamento em coro por parte do público. E assim acabou com este belo momento de interação entre a banda e os espetadores nesta segunda noite de Christmas Club, cheia de boa música nacional.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>texto: Luís Cardoso</p>
<p>fotos: Joana Ferrada</p>]]></description>
      <pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:14:07 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Mesa posta sem enfeites]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong>Os Mesa estão de volta e apresentaram o seu novo álbum ontem no Teatro Vilarett, num concerto curto e quase sempre pouco entusiasmante. A casa ficou pela metade.</strong></p>
<p> </p>
<div><a href="http://fotos.sapo.pt/pedrofrpereira/fotos/?uid=QN3y39OUDC3wRR7gQ7NL"><img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5607a8fd/9686558_uUJfh.png" alt="" width="600" height="424" /></a></div>
<p> </p>
<p>A estratégia de venda do álbum com bilhete incluído parece não ser a mais acertada. Para quem não quiser comprar o disco, o preço para assistir ao concerto pode ser desencorajador. Tal como no concerto de apresentação do álbum dos doismileoito, no Santiago Alquimista, também ficaram muitos lugares por preencher na apresentação do novo projeto de João Pedro Coimbra e Mónica Ferraz.</p>
<p> </p>
<p>A noite começou com 3 músicas de rompante. A banda não quis adiar um dos melhores trunfos: “Cedo o meu lugar”, a nova coqueluche das redes sociais e das rádios, foi logo a terceira música. É indiscutivelmente boa. A pouca comunicação verbal com o público no início do concerto foi, afinal, tónica dominante até ao fim. Isso explica o facto de ter demorado menos de hora e meia. A gravidez de Mónica Ferraz não lhe permitiu grandes movimentos. A voz, essa, foi exímia. A banda também foi pouco exuberante nas expressões, mas cumpriu com competência a principal função. Ou seja, o concerto foi coeso e bom no essencial, mas faltaram os adornos. E o público nunca se desinibiu muito. A nula decoração do palco foi colmatada com um jogo de luzes complexo e bem sincronizado com o som.</p>
<p> </p>
<div><a href="http://fotos.sapo.pt/pedrofrpereira/fotos/?uid=OsiZn6ufr0w9QqDIGW8Y"><img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1207d00a/9686561_RHdRg.png" alt="" width="600" height="649" /></a></div>
<p> </p>
<p>Entre a pop e a electrónica, houve um crescente de distorção ao longo de todo o concerto. A diversidade do disco, espelhada no alinhamento, acrescentou-lhe qualidade. Em “Teia” sobe ao palco Armando Teixeira (Balla). Achei a letra pouco elaborada e a mistura de vozes não muito feliz ou necessária. Também “Automático”, homónima do álbum, fica, na minha opinião, aquém daquilo que a banda já produziu – as letras já foram mais elegantes. Como pontos altos do concerto ficam “Meio Bicho”, com agudos incríveis do vozeirão de Mónica Ferraz e “Fitas”, com um instrumental excelente – muito electrónico -, ao qual era impossível não bater o pé. Um momento em que apetecia estar levantado a aproveitar todo o fulgor. Talvez se tenha dado aí a mais forte transferência de energia entre a plateia e o palco. </p>
<p> </p>
<p>Para o encore ficaram três temas mais antigos (e incontornáveis): “Quando as palavras”, “Luz Vaga” e “Vício de Ti”.  Como estas todos conhecíamos, a banda pediu-nos que cantássemos a última música. O pedido foi acedido, embora o volume não tenha sido alto. Como disse, o público nunca se soltou muito. “Espero que tenham gostado”, despediu-se Mónica Ferraz. Mais ou menos...</p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 16 Dec 2011 19:46:52 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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      <title><![CDATA[Quando não há espaço para te mexeres]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong>No primeiro dia a fasquia tinha ficado elevada e a segunda noite de Vodafone Mexefest manteve o nível, desde a técnica aprimorada de Filho da Mãe e WE TRUST até ao descontrolo proporcionado pelo rock rebelde d'Os Velhos e Blood Red Shoes. Com os passes esgotados, a pior parte foram as enormes filas de espera para os concertos e a frustração de quem, com bilhete, não pôde assistir a tudo o que queria.</strong></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><a href="http://fotos.sapo.pt/pedrofrpereira/fotos/?uid=toqmUssbsdm09yGF0bI1"><img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B42078a2c/9511825_raWkb.png" alt="" width="580" height="387" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Filho da Mãe atuou num espaço de gala, a sala Portugal da Sociedade de Geografia. Se a expressão «filho da mãe» está associada a cretinos que «a sabem toda», é justo dizer que Rui Carvalho domina a guitarra como poucos. Só com cordas e pedal, percorreu trilhos por vezes vertiginosos e deixou abismados aqueles que não conheciam a sua perícia. Não são precisas palavras quando os acordes carregam e transmitem por si só tantos sentimentos. Filho da Mãe não toca guitarra portuguesa, mas há quem diga que é da família de Carlos Paredes. Habituados às correrias avenida acima, avenida abaixo, nem todos aguentaram sentados durante muito tempo e esperaram as palmas para se escaparem para outras salas. Os que resistiram ao frenesim acompanharam silenciosamente as músicas e brindaram o artista com fortes aplausos de pé.</p>
<p> </p>
<p>Os Velhos apanharam o Vodafone Bus e fizeram a festa em formato snack: doses curtas (cerca de 20 minutos) que se repetiram várias vezes. As viagens nos transportes públicos costumam ser aborrecidas e viajar de pé um sacrifício; neste autocarro apinhado foi a completa loucura. Os versos fáceis de gritar também ajudaram. Valeu o tempo de espera na paragem.</p>
<p> </p>
<div><object width="600" height="387" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/8rHfzJQuysv1JH7v7laS/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="387" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/8rHfzJQuysv1JH7v7laS/mov/1" allowfullscreen="true" /></object></div>
<div></div>
<div></div>
<div>No Tivoli James Blake dava um dos concertos do festival, mas houve tempo para ir à Casa do Alentejo espreitar WE TRUST. A batida de «Time (Better Not Stop)» tomou conta do verão, mas «These New Countries» não se fica pelo single. A sala bem composta deixou-se contagiar imediatamente por temas que são tão agradáveis como o single e também ficam facilmente no ouvido. É uma pop coesa; André Tentugal já nos provou, noutros projectos, que quando faz, faz bem. Não é nenhum animal de palco, mas percebe muito de música. Aos transeuntes que passeavam pela rua também foi possível desfrutar do concerto.</div>
<div></div>
<div><a href="http://fotos.sapo.pt/pedrofrpereira/fotos/?uid=lQfdr9WBpJSa1jJzdkqC"><img style="border-color: initial; border-width: 0px; border-style: none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbc07d726/9511819_rVzKO.png" alt="" width="580" height="387" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>A estação de Metro dos Restauradores foi, definitivamente, uma má aposta da produção. Já em PAUS, no primeiro dia, o trabalho dos fotógrafos tinha sido muito complicado. Em Blood Red Shoes, a missão foi quase impossível. O palco está quase ao nível do público: ou és dos primeiros a chegar e te sujeitas a ser esmagado nas primeiras filas para ver o concerto ou afastas-te um bocado da confusão e apenas o ouves. Ficas sempre a perder.</div>
<div>«Keeping It Close» foi um arranque fortíssimo e pôs logo as primeiras filas aos saltos e encontrões. A «fitinha» cerimonial que separava o «palco» do público era completamente inútil. Houve mesmo uma confusão entre um segurança e alguns elementos do público, que levou a banda a fazer uma pausa no concerto. Tanto Blood Red Shoes como o público mereciam um espaço melhor, onde a excitação não fosse sinónima de violência.</div>
<div></div>
<div><a href="http://fotos.sapo.pt/pedrofrpereira/fotos/?uid=UUqSo77GTknRdSN2OkHU"><img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bce073f81/9511818_NWcnM.png" alt="" width="580" height="387" /></a>
<p> </p>
</div>
<div></div>
<div>Em jeito de rescaldo, quase tudo foi bom neste festival: a cortesia do principal patrocinador, que ofereceu castanhas e chocolate quente na Avenida, as cerca de 20 carrinhas que serviram de taxi gratuito e nos pouparam algumas correrias, o bom nível dos concertos e, principalmente, a diversidade do cartaz. A rever: a estação de Metro dos Restauradores não serve, o acesso ao terraço do Tivoli por apenas dois elevadores é cómico e é preciso repensar o número de bilhetes vendidos, para evitar o que se passou em James Blake e Oh Land, por exemplo.</div>]]></description>
      <pubDate>Sun, 04 Dec 2011 18:45:30 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Teremos sempre a Avenida]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><object width="600" height="387" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="pedrofrpereira" /><param name="a" value="17" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=pedrofrpereira&a=17&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="600" height="387" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="pedrofrpereira" a="17" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=pedrofrpereira&a=17&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p> </p>
<p>Mais um dia de Mexefest... o segundo, último e o mais aguardado pelo público, como se verificou pela afluência de espetadores (as filas eram quase intermináveis), no encore de uma dança frenética entre salas e géneros musicais.</p>
<p><br />Começámos a noite, tal como a anterior, numa das salas mais bonitas do festival - o Restaurante Terraço Tivoli - com o delicioso Foxes in Fiction. Proveniente do Canadá e com um som sonhador e idílico (não fosse o projeto rotulado de dream pop) o público ali presente soube aproveitar aquilo que Warren Hildebrand teve para oferecer, doses de paisagens sonoras materializadas em canção.<br />Músicas como Snow Angels e Memory Pools, seguidas de covers de Coma Cinema, transformaram os espetadores do concerto em concentrados ouvintes de shoegaze.<br /><br />De seguida, enquanto se bebericavam copos de cerveja aqui e ali pelo terraço, os Beat Connection, de Seattle, entram em palco. Com os seus ritmos contagiantes, chamam todas as pessoas que escolheram alegremente abandonar o frio para abraçar os sons da pop tropical.<br /><br />Entretanto, com muita pena nossa, abandonamos a dupla para sermos recebidos pelo som etéreo da solidão de James Blake. Em vez da solidão, deparamo-nos com uma fila gigantesca de pessoas para entrar no Tivoli. Infelizmente, nem toda a gente conseguiu ver um dos concertos mais aguardados de festival. Talvez por ter isso tenha sido algo abaixo do esperado. Com um Tivoli totalmente cheio, assim começou o concerto, com grande interação entre o público e o britânico. Dialogando com alguma timidez ouviram-se temas como Limit To Your Love, The Wilhelm Scream e Unluck (música que abriu o concerto). Para quem viu Blake no verão, como nós, reconhece facilmente que este concerto foi melhor; contudo a transposição das melodias para o formato ao vivo perderam a profundidade que atingiam no álbum.<br /><br />Após abandonarmos o Tivoli, rumamos ao Cabaret Maxime para a nossa última paragem/dança final neste Mexefest: o set de Lindstrøm. Não tão espacial como imaginávamos que fosse, a sua atuação foi pautada por um registo direto na medida em que o som se encontrava mais acelerado e impessoal em relação ao público. Ao abandonarmos a sala, vimos mais uma fila interminável, para entrar no Maxime… E assim nos despedimos, pelo terceiro ano, de duas noites de festival na Avenida. Uns melhores do que outros, mas sempre com um fator de diversão comum: correr com amigos para vermos as bandas de que gostamos em espaços tão bonitos.</p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 04 Dec 2011 17:51:45 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Os festivaleiros preferem as louras]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong>Ontem à noite, duas louras concentraram atenções no Mexefest. Oh Land, com a sua popzinha dançável, era das mais aguardadas e esgotou a Sala 1 do São Jorge. Mas foi EMA que decididamente nos conquistou, no andar de baixo, com um rock que arranha a alma.</strong><br /><br /><img style="border: 0pt none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb107908d/9512266_uumRu.jpeg" alt="" width="600" height="345" /></p>
<p>"Às vezes tenho necessidade de fazer isto... não sei porquê, mas tenho", desabafou a norte-americana Erika M. Anderson, ou <strong>EMA</strong>, entre sorrisos tímidos, a meio do seu concerto na Sala 2 do Cinema São Jorge. Por "isto" entenda-se um rock catártico, mas nunca auto-indulgente, a que a cantora e compositora de pouco mais de vinte anos se entregou com uma maturidade desconcertante. Já era assim no seu álbum, "Past Life Martyred Saints", uma das surpresas deste ano, e o fulgor manteve-se numa atuação que sugere estar aqui uma eventual (e muito inspirada) descendente de PJ Harvey, Kim Gordon, Scout Niblett ou até Kurt Cobain (não por acaso, fez uma versão de "Endless Nameless" para o disco de tributo a "Nevermind" da revista Spin). <br /><br />O concerto não chegou, infelizmente, a durar uma hora, mas serviu para mostrar a versatilidade de canções que fazem conviver indie rock, algum shoegaze, pontuais incursões drone e noise e outras que espreitam a folk ou a dream pop, sempre em tom lo-fi. O melhor é que, muitas vezes, essa convivência está longe de ser pacífica - como em "The Grey Ship", uma das primeiras do alinhamento, cuja serenidade inicial (que uma Bat For Lashes não desdenharia) foi abruptamente rasgada por explosões de guitarra, bateria e violino servidas pelos três músicos em palco. <br /><br />"Este é o nosso último concerto de uma digressão de três meses e aqui é um bom local para terminar", diria ainda a um público que, se não tornou esta uma das atuações mais disputadas do festival (embora a sala tenha estado sempre bem composta), acompanhou-a com o interesse e respeito merecidos. E valeu a pena ficar até ao final para ver - depois arrepiante "Marked", da fúria de "Milkman" ou da versão de "Add It Up", dos Violent Femmes -, uma "California" cantada enquanto EMA foi enrolando o cabo do microfone ao pescoço, usando-o também como venda - até aí, os seus olhos já tinham sido habitualmente cobertos por uma longa franja loura. Tal como a música, esta componente algo teatral não precisou de muitos recursos para intrigar e inquietar, acompanhando uma breve sucessão de canções ora doces, ora agrestes (com fronteiras nem sempre óbvias) que tem lugar cativo entre os episódios mais memoráveis do festival.</p>
<p><img style="border: 0pt none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bdc074d3f/9512269_TIpPb.jpeg" alt="" width="600" height="332" /></p>
<p>Depois de tornarmos nossa a catarse de EMA, subimos rapidamente as escadas para nos juntarmos à festa de <strong>Oh Land</strong>, na Sala 2 do São Jorge. Uma festa muito concorrida, diga-se, e que deixava já muitas dezenas à porta antes da chegada de Nanna Øland Fabricius (Oh Land é de fato um nome mais imediato). Se James Blake foi, para muitos, o rei da noite, a jovem dinamarquesa terá sido a princesinha, e daquelas que acolhe os seus súbditos sem qualquer sinal de altivez - miss simpatia do festival também seria uma distinção merecida. <br /><br />Saltitante, comunicativa e afável, deu mais cor à paleta já de si luminosa do seu segundo disco, de título homónimo (editado este ano), casa de canções eletrónicas, dançáveis e por vezes jazzy. Sia surge-nos como referência próxima, uma Lykke Li dos primeiros tempos também - até porque, à semelhança da sueca, Oh Land gosta de intercalar os momentos em que canta e dança com breves participações especiais na bateria.  <br /><br />Além de satisfazer os apetites de quem procurava um concerto pleno de luz e canções borbulhantes, a loura mais popular da noite mostrou-se feliz por estar em Portugal - fora do seu país, "onde fica tudo escuro às três da tarde" - e confessou-se apreciadora de pastéis de Belém. Elogiou o público, que também não se cansou de a elogiar ("És lindaaaa!" foi talvez a frase mais emblemática da atuação) e tentou aproveitar o encore até aos últimos segundos. <br /><br />Não desfazendo do empenho da simpática nórdica, ficámos muito mais rendidos à contenção pele e osso de EMA, que em cinco minutos concentrou mais intensidade do que a cerca de uma hora de atuação de Oh Land. Seja como for, a dinamarquesa teve aqui, junto dos fãs, uma missão mais do que cumprida através de um concerto funcional, a espaços divertido e com três ou quatro canções pop certeiras (destaque para "Sun of a Gun" e "Human"). Depois disto, prevê-se que não falta muito para Nanna Øland Fabricius voltar a saborear pastéis de Belém.<br /><br />Texto @Gonçalo Sá / Fotos @<a href="http://onthehop.sapo.pt/autores/pedro-pereira">Pedro Pereira</a><br /><br /><strong>EMA - Videoclip de "Marked":</strong><br /><br /></p>
<div><object width="600" height="387" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/sWC5pqzb3z7Ohj8gbTnj/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="387" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/sWC5pqzb3z7Ohj8gbTnj/mov/1" allowfullscreen="true" /></object></div>
<p><br /><strong>Oh Land - Videoclip de "Sun of a Gun":</strong><br /><br /></p>
<div><object width="600" height="387" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/3jz7AKwfKu4V8P3FZBqA/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="387" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/3jz7AKwfKu4V8P3FZBqA/mov/1" allowfullscreen="true" /></object></div>]]></description>
      <pubDate>Sun, 04 Dec 2011 16:47:49 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[OS VELHOS no Vodafone Bus]]></title>
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      <description><![CDATA[A banda lisboeta toca «A Era Moderna» num autocarro completamente ao rubro, tomado de assalto por um gang do rock  simples e viril. A euforia cresceu e houve até lugar a crow surfing, que só não ficou registado porque a câmara ficou sem bateria.

Esta descarga de adrenalina foi, para aqueles que conseguiram entrar no autocarro, um dos melhores momentos do festival.]]></description>
      <pubDate>Sun, 04 Dec 2011 05:25:27 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Handsome Furs no Tivoli: Amor electro]]></title>
      <link>http://onthehop.sapo.pt/eventos/vodafone-mexefest/handsome-furs-no-tivoli-amor-electro-2</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>Foi, talvez, o casal mais cool a passar pelo Mexefest e o culpado da primeira enchente no Tivoli. Senhoras e senhores, aplausos para Dan Boeckner e Alexei Perry, os Handsome Furs.</strong><br /><br /><img style="border: 0pt none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bde07c34d/9509471_8ldDa.jpeg" alt="" width="600" height="405" /></p>
<p>"Olá, somos os Handsome Furs, de Montreal, mas estamos contentes por não estarmos lá agora, porque faz um frio do caraças. Aqui está-se bem". Ao fim de um par de canções, Dan Boeckner e Alexei Perry reforçaram, com pequenos comentários como este, uma empatia que, na verdade, se instalou logo com a sua entrada em palco. Não foi preciso mais de um minuto - nem sequer tanto - para que grande parte do público se tenha levantado e dançado durante o primeiro tema, mérito dos sintetizadores infeciosos a cargo da metade feminina do duo.<br /><br />Os sintetizadores são, aliás, o elemento cada vez mais dominante de canções que, ao terceiro disco, "Sound Kapital" (editado em junho), vão dando menos espaço às guitarras. Estas foram, ainda assim, bem defendidas pelo mentor dos também canadianos Wolf Parade, que parece ter transformado este projeto, inicialmente paralelo, no principal. O que é compreensível, já que a química com a sua mulher em palco não passa despercebida: eles dançam e saltam, trocam olhares, atiram-se ao chão e, finalmente, partilham um beijo, num momento rápido e inesperado a meio de uma canção, mas forte o suficiente para propagar sorrisos pela sala. <br /><br />Nestes 45 minutos bem contados, ficámos a saber, por exemplo, que "What About Us", um dos singles do novo disco, nasceu num departamento de telemarketing. "É, somos um casal muito romântico", brincou Alexei. A canção, talvez o auge da atuação, é das que não precisa de mais do que sintetizadores, pontuais teclados e da voz grave de Dan para encher - e fazer mexer - um palco praticamente despido e uma sala repleta. <br /><br />Mesmo assim, se o despojamento e carisma rock n' roll da dupla lhes dão alguns pontos, musicalmente o concerto nem sempre foi tão excitante - sobretudo no último terço, incapaz de manter o fôlego inicial. Sintoma de um novo disco mais dançável do que aguerrido? Muito provavelmente, porque quem viu a estreia do duo em Lisboa, há dois anos, no Musicbox, saberá que, com as canções dos dois primeiros discos, a intensidade foi outra. As guitarras, se calhar, fazem alguma falta aos Handsome Furs. Mas é sempre bom tê-los por cá. <br /> <br />@Gonçalo Sá<br /><br /><strong>Videoclip de "What About Us":</strong><br /><br /></p>
<div><object width="600" height="387" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/DqlIE4LeZ6aGp2e9DmEs/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="387" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/DqlIE4LeZ6aGp2e9DmEs/mov/1" allowfullscreen="true" /></object></div>]]></description>
      <pubDate>Sat, 03 Dec 2011 18:31:16 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[Oração no Mexefest]]></title>
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      <description><![CDATA[Estreia d'A Banda mais Bonita da Cidade em Portugal, na Casa do Alentejo @Vodafone Mexefest]]></description>
      <pubDate>Sat, 03 Dec 2011 16:56:21 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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      <title><![CDATA[Um festival de Inverno que se mexe para aquecer]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><object width="400" height="300" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="pedrofrpereira" /><param name="a" value="16" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=pedrofrpereira&a=16&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="400" height="300" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="pedrofrpereira" a="16" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=pedrofrpereira&a=16&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p> </p>
<p>Tendo já experiência com este festival, apesar da mudança de nome (até aqui conhecido como Super Bock em Stock), podemos conferir que está a ser um sucesso estrondoso. Desde pessoas a pedirem bilhetes à porta a correrias desenfreadas entre salas, é bastante notória a afluência massiva de pessoas a mexer com a cidade. </p>
<p> </p>
<p><strong>Em You Can't Win Charlie Brown todos ganham</strong></p>
<p><br />Assim partimos nós para o primeiro concerto, You Can’t Win Charlie Brown, na vista do Restaurante Terraço do Hotel Tivoli. Os dois elevadores que subiam até ao 9º andar foram poucos para levar todos os interessados que formavam filas gigantescas no lobby do hotel. Chegando lá cima (com bastantes dificuldades, diga-se) encontramos um público vastíssimo pronto a receber uma das recentes pérolas da música portuguesa.</p>
<p>Em mais uma correria, aqui fomos nós para o Tivoli, onde estariam a tocar os Junior Boys.</p>
<p> </p>
<p><strong>Queremos ser Forever Junior com estes boys</strong></p>
<p><br />Transpondo um conceito mais eletrónico em estúdio para um formato live com as devidas alterações tradicionais, com a inclusão de bateria tocada por um músico e a presença mais forte da guitarra nas canções apresentadas, não nos desiludiu minimamente. Nem a nós, nem ao público presente, que passou o concerto todo levantado e a dançar, tal como a voz e som e voz de Jeremy Greenspan pediam. O synth pop deste conjunto revelou-se eletrificante e muito bem conseguido, extremamente dançável, mas sem nunca perder uma vertente mais rock que lhe desconhecíamos. Ouviram-se temas como “Count Souvenirs” e outros resgatados do passado mais longínquo, como a faixa “Birthday”, do primeiro álbum.</p>
<p> </p>
<p><strong>Quando o Rock nos espanca</strong></p>
<p><br />Um dos melhores exemplos da fusão moderna entre o hip-hop puro e a eletrónica. Com um Maxime de lotação esgotada com fila constante, entramos assim like bosses para ver o que acabou por ser um dos melhores concertos do festival. Com carisma e presença em palco (atenção, não me estou simplesmente a referir ao cabelo de um dos vocalistas), os Spank Rock levaram literalmente o público ao limite. “Put yo hands in the air!” repetia incessantemente Naeem Juwan – e o público lisboeta obedecia. Com muitos “busta moves” e restante catálogo de movimentos que pareciam fazer homenagem ao nome do festival , os Spank Rock espancaram a nossa timidez e trouxeram o hip-hop underground do subúrbio ao centro de Lisboa, até à inevitável invasão de palco, na qual o vocalista pede ao público para se juntar a ele e “jump!jump!jump!”. Para nós, um dos concertos mais divertidos na noite. Hoje há mais, sendo que a fasquia se encontra elevada e com James Blake, menino bonito do dubstep, a dominar as atenções.</p>]]></description>
      <pubDate>Sat, 03 Dec 2011 16:40:09 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Noite bonita na cidade]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><strong>No que toca à música cantada em português (também com sotaque) no primeiro dia do Vodafone Mexefest, a Banda Mais Bonita da Cidade não surpreendeu; pelo contrário, os Capitão Fausto provaram merecer ser levados a sério. PAUS dispensam apresentações. A festa deu-se em todo o lado: nas salas, na rua, no Vodafone Bus, nos quiosques e até nas carrinhas de transporte. Com a  Avenida da Liberdade tão bem frequentada, nem precisávamos de chocolate quente para aquecer.</strong></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p> </p>
<p><object width="400" height="300" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="pedrofrpereira" /><param name="a" value="15" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=pedrofrpereira&a=15&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="400" height="300" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="pedrofrpereira" a="15" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=pedrofrpereira&a=15&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p> </p>
<p>A noite começa no terraço do Hotel Tivoli. Lá fora, uma vista privilegiada sobre Lisboa; lá dentro, os simpáticos Julie & The Carjackers, que durante meia hora trouxeram de volta a primavera, com muitos temas frescos do novo álbum, «Parasol». Difícil é definir o estilo, mas entre o jazz e músicas mais aceleradas, o destaque vai para o requinte dos solos de guitarra e para os momentos em que se cruzaram três vozes. Valeu pelos detalhes.</p>
<p> </p>
<p>Segui para Capitão Fausto, na Estação de Metro dos Restauradores. Tão bom! A voz, as letras, o contacto com o público, os riffs viciantes: tudo cheirou a jovem. O cenário, com a malta toda a dançar de início ao fim, fez inveja a muitos videoclips e vídeos promocionais. A mistura de pop e rock & roll pouco maduro promete levá-los longe. «Ela não acha normal» e «Teresa», single com videoclip do novo «Gazela», foram porventura as mais concorridas. Foi a primeira vez que os pude ver ao vivo e foi a primeira grande oportunidade da banda para alargar o seu público (mantendo a ideia de «garagem» que o Metro proporciona): tiveram estofo e aproveitaram-na! É caso para dizer que há adolescências esclarecidas. Para quando o próximo? Eu vou.</p>
<p> </p>
<p>Na Casa do Alentejo a Banda Mais Bonita da Cidade deu um dos concertos mais aguardados da noite. Para além dos que quiseram comprovar a força dos refrãos, este era um concerto para os casais e isqueiros. Mas a estreia da banda em Portugal começou morna. Há um grande fosso entre os maiores êxitos que se tornaram virais no Youtube e o resto do repertório. No início, com uma acústica pouco limpa, chegou a ser difícil compreender as palavras que Uyara cantava. As suas expressões exageradas pareciam muito forçadas, e só quando a vocalista agradeceu comovida ao público e explicou a sensação que a banda teve quando se apercebeu das proporções da «Oração» é que dei a mão à palmatória e concluí que eram genuínos os sorrisos tão largos como o Oceano Atlântico que a vocalista não parava de esboçar.</p>
<p> </p>
<p>«Se eu corro» pode ter sido o ponto de viragem no concerto: sentimentos aguçados e muitos olhos a brilhar. Um momento bonito, seguido de «Boa pessoa», «Me dá um sinal»  e uma sala a abarrotar de nostalgia. Aquelas músicas por que todos esperavam... Cantadas por todos. Momentos fantásticos. O fato da banda ter batido palmas ao público por várias vezes explica bem o que se passou. Na outra ponta da sala há tempo para a «Balada em contramão» em acústico e uma versão da «Capitão Romance» dos Ornatos Violeta. Têm bom gosto e a música soa bem com cavaquinho. Chega a «Oração»: altura em que todos os que tiveram inveja por não poderem estar presentes na gravação do videoclip cantaram a plenos pulmões e recriaram a festa que se fez naquele apartamento. «Deus abençoe a ginja» foram as últimas palavras antes da despedida.</p>
<p> </p>
<p>Quanto a PAUS há pouco a dizer: voltaram a partir tudo. Joaquim Albergaria pede aos fotógrafos que se afastem da frente do palco porque o concerto é para o público, enquanto que Hélio Morais pede que lhe prometam que seja «uma noite memorável». Numa estação de Metro sobrelotada, foi de cortar a respiração.</p>]]></description>
      <pubDate>Sat, 03 Dec 2011 15:30:59 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[Um roteiro espectacular]]></title>
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      <description><![CDATA[<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://prettymuchamazing.com/wp-content/uploads/2011/02/james+blake.jpg" alt="" width="510" height="287" /><br /><br />A pedido de muitas famílias aqui ficam as minhas recomendações para o Mexefest, prometo que vai ser sempre a mexer.</p>
<p> </p>
<p>Sexta, dia 2</p>
<p> </p>
<p>22h35- You Can't Win Charlie Brown: Após um grande álbum de estreia, quero ver se vou ter tempo para ouvir estes rapazes ao vivo.</p>
<p> </p>
<p>22h40 - S.C.U.M - O problema é que 5 minutos depois temos S.C.U.M no São Jorge. Muitas vezes comparados aos Horrors, as expectativas são elevadas nem que seja pelas influencias.</p>
<p> </p>
<p>23h45 - Junior Boys: Após a passagem este verão pelo Norte de Porrtugal, regressam por fim à capital, agora vamos ver se correspondem em formato live...</p>
<p> </p>
<p>23h50 - Spank Rock:Hip-hop vanguardista, que promete trazer o underground americano a Lisboa.</p>
<p> </p>
<p>01h00 - PAUS: Vá, mais uma vez. Vale sempre a pena, porque estes moços tem-nos sempre pela garganta.</p>
<p> </p>
<p>Sábado, dia 3</p>
<p> </p>
<p>20h30 - Coro Africano: Vou querer espreitar, nem que seja pelo nome.</p>
<p> </p>
<p>21h30 - EMA: Largamente apoiada pelos sites de musica da especialidade ( a pitchfork quase lhe faz vénias) Estamos expectantes para dançar com esta loirinha americana.</p>
<p> </p>
<p>22h00 - Foxes in fiction: Provavelmente um dos meus concertos mais esperados, tanto pela banda em si, como pelo espaço em que se realiza : o palco Restaurante Terraço Hotel Tivoli, um dos sitios mais bonitos - arrisco-me a dizer - da capital.</p>
<p> </p>
<p>23h15 - Beat Connection: Chillwave continua em grande, para acalmar um pouco, dar um pulinho a este concerto.</p>
<p> </p>
<p>23h30 - James Blake: O óbvio cabeça de cartaz deste festival, volta a Lisboa para cantar e encantar o público do Tivoli.</p>
<p> </p>
<p>00h15 - Toro y Moi: Chaz "Dream Pop" Bundick vai certamente espalhar os sonhos pelo São Jorge. Podendo, é ir.</p>
<p> </p>
<p>00h40 - Lindstrom: Space disco da Noruega, pena só estarmos habituados ao bacalhau.</p>
<p> </p>
<p>E é esta a minha vida nos próximos destes dois dias, fiquem connosco, fiquem on the hop.</p>
<div></div>
<p> </p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 02 Dec 2011 20:23:53 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[Uma avenida que precisa de mexer]]></title>
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      <description><![CDATA[<div><img style="border: 0 none;" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2011/11/IdentidadeWEB.jpg" alt="" width="550" height="326" /></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Daqui uma equipa de atletas de alta competição que vai andar a subir e a descer a Avenida da Liberdade na Sexta-feira e no Sábado. <br />É verdade: o Vodafone Mexefest chega assim à capital! Já começam a ser revelados os primeiros grandes nomes para os festivais de verão de 2012, contudo, o ano ainda não acabou. Lisboa recebe mais um dos grandes eventos deste ano, o assumido festival de Inverno, que vai gastar o último stock de energia que ainda resta ao pessoal que adora música. Para combater o frio, a ideia é Mexe(r)fest!</p>
<p> </p>
<p>O cartaz é muito extenso, sabemos que não podemos assistir a tudo, infelizmente há que fazer escolhas e, por isso, estamos a preparar os nossos roteiros. Desde Junior Boys, Spank Rock, Fanfarlo a James Blake e Blood Red Shoes - isto na cena internacional -, o cartaz  aposta também fortemente no panorama alternativo português: Filho da Mãe, PAUS, WE TRUST, You Can't Win Charlie Brown e Julie & Carjackers prometem dar vida à Avenida.</p>
<p> </p>
<p>A melhor maneira de gerires os concertos a que vais assistir neste festival e não te perderes por tantas salas de espetáculos é visitares o site oficial e preparares a tua agenda: http://www.vodafonemexefest.com/. </p>
<p> </p>
<p>Até lá,</p>
<p>Matilde e Pedro</p>
<p>Hop Hop!</p>]]></description>
      <pubDate>Wed, 30 Nov 2011 17:58:28 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
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          </item>
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      <title><![CDATA[" La Louca Liberación "]]></title>
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      <description><![CDATA[<p> </p>
<p><strong>Um TMN ao Vivo praticamente esgotado recebeu ontem os brasileiros Cansei de Ser Sexy, que vieram apresentar o seu novo disco, "La Liberación". A banda de São Paulo trouxe consigo a excentricidade e a fusão de ritmos e cumpriu as promessas de uma excelente noite.</strong></p>
<p> </p>
<p>A noite fria não demoveu as dezenas de fãs que esperavam pelo grupo. Lovefoxxx entrou em palco com uma peruca afro, preta, e agradeceu a presença de todos. Ouviam-se gritos para que «se soltasse a franga». O curto concerto da banda cujo nome nasceu de uma declaração de Beyoncé contou com um festival de luzes e sons.</p>
<p>A divertida vocalista foi-se despindo ao longo da atuação e não parou de conversar com os fãs portugueses. Riu-se ao reparar que era segunda-feira e fez questão de sublinhar, ao longo de todo o concerto, que era a melhor segunda-feira da sua vida. O espetáculo estonteante deixava estafados os fãs que, incansavelmente, saltavam, gritavam e alinhavam nas loucuras e no crowdsurf de Lovefoxxx. Fazendo várias referências em que destacava o fato de estar num lugar onde percebiam o que ela dizia, acabou por dizer que desde que haviam chegado só «bebiam vinho e comiam bacalhau».</p>
<p>Com a vocalista como epicentro, as ondas de loucura espalhavam-se e revelavam-se eletrizantes. As luzes, já referidas, foram evidenciadas em “Let’s make love and listen do Death from Above” – a fazer lembrar o concerto que a dupla canadiana deu em Paredes de Coura, no verão passado. Um dos fãs com o «black lipstick» - que faz parte da letra de City Grrrl – chegou mesmo a ser convidado a subir ao palco, dançou com a cantora e viu-a pintar os seus lábios e os dela com o batom preto. Desceu num crowdsurf.</p>
<p>No meio de tudo houve ainda tempo para danças e brincadeiras e para se desculparem e justificarem pelo concerto que não chegaram a dar, no ano passado, na Queima das Fitas de Lisboa…</p>
<p>Foi no final que o delírio se confirmou: numa cumplicidade extrema com o público – que desabafou ser mais e melhor do que aquele que os recebe em São Paulo – ofereceu as setlists e brincou, agradecendo e voltando a agradecer. A música da despedida, "Superafim" - "a nossa música da Xuxa", brincou Lovefoxxx - foi ensinada naquele preciso momento ao guitarrista – que nunca a ouvira. Toda a banda se rendia à «magnífica Lisboa» e os agradecimentos repetiram-se até abandonarem o palco.</p>
<p> </p>
<p><object width="600" height="387" class codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="slideMode" value="AlphaFade" /><param name="backColor" value="#000000" /><param name="textColor" value="#FFFFFF" /><param name="UIColor" value="#000000" /><param name="timePerPhoto" value="5000" /><param name="borderWidth" value="0" /><param name="u" value="raquel_nlc" /><param name="server" value="pt" /><param name="limit" value="50" /><param name="src" value="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" /><param name="flashvars" value="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=raquel_nlc&server=pt&limit=50" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="600" height="387" type="application/x-shockwave-flash" src="http://fotos.sapo.pt/swf/slideshow/slideshow.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" slidemode="AlphaFade" backcolor="#000000" textcolor="#FFFFFF" uicolor="#000000" timeperphoto="5000" borderwidth="0" u="raquel_nlc" server="pt" limit="50" flashvars="slideMode=AlphaFade&backColor=#000000&textColor=#FFFFFF&UIColor=#000000&timePerPhoto=5000&borderWidth=0&borderColor=#FFFFFF&cornerRound=3&u=raquel_nlc&server=pt&limit=50" allowfullscreen="true" /></object></p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 29 Nov 2011 22:37:19 +0000</pubDate>
      <category><![CDATA[Artigos]]></category>
          </item>
  </channel>
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